“No dia em que a amizade morrer, o rádio desaparece”

A declaração é de Rubens Campos, diretor geral do Sistema Globo de Rádio, em entrevista a Teresa Levin, para o caderno de Propaganda & Marketing, de São Paulo, edição de 11 a 17 de outubro de 2004.
Da Redação.A entrevista tem como tema as comemorações dos 60 anos da Rádio Globo do Rio de Janeiro e o crescimento do Sistema Globo de Rádio. Rubens responde com naturalidade: “O rádio permite ações flexíveis e integradas à estratégia do anunciante. Não vendemos espaço, vendemos idéias”. E acrescenta: “Um exemplo disso é o Globo Móvel que aos sábados é feito ao vivo do estacionamento do Extra ou da Drogaria Peixoto ou como ônibus de prestação de serviços da Telemar em um local que eles achem conveniente”. Sobre os resultados positivos do Sistema Globo de Rádio, ele não faz segredo quando diz que o sucesso vem “principalmente, devido a uma postura comercial mais focada em projetos especiais diferenciados”. E completa: “Em 2002 tínhamos a Rádio Globo no Rio e em São Paulo, independentes. Em abril de 2002 criamos a Rádio Globo em Minas, em Belo Horizonte e começamos um processo de afiliação. Estamos em 20 cidades brasileiras e o objetivo é atingir o volume de 50. Acredito que até o final de 2005 alcançaremos este número”.

Comentário do Antônio Beato: “Pois é, o curioso é que ainda tem gente que tem emissora de rádio, vive de rádio e ainda não percebeu a potencialidade do rádio”.

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