Treinar a Seleção – 1

Treinar a seleção brasileira de futebol deveria ser à glória para qualquer treinador de futebol, mas não é tudo isso não. É um cargo desejado por todos como também o mais criticado por todos. A situação de Mano Menezes como técnico da seleção estaria na marca do pênalti ou explicando, na dependência de vitórias e vitórias, especialmente nos Jogos Olímpicos de Londres. O treinador que fez um belo trabalho no Corinthians não era o preferido de Ricardo Teixeira que havia optado por Muricy Ramalho. Como Muricy não aceitou a opção seguinte foi Mano Menezes. Treinar a seleção brasileira nos dias de hoje é uma podre. Por quê? 

Por que há pouco tempo para se reunir os jogadores e muitas vezes os convocados por estarem contundidos não podem ser utilizados ou atuam sem as suas melhores condições. Existe outro problema atual para se formar a seleção brasileira; a falta de qualidade dos jogadores. Tem jogador que é “genial” com a camisa do clube e quando convocado decepciona. Ao treinador Mano Menezes também devem ser atribuídos alguns erros como convocar excessivo número de jogadores para testar.

Nem todos foram testados convenientemente e muitos dos chamados por Mano Menezes não reúnem condições para vestir a camisa cinco vezes campeã do mundo.

Mano Menezes está num sinuca de bico; vai dirigir a seleção olímpica quando deveria deixar a missão para Nei Franco indicado por ele para as seleções que não seja a principal. Essa de que José Maria Marin estaria fritando o treinador é para agitar ainda mais o ambiente. E a declaração de Ricardo Teixeira antes de deixar a presidência de que o Brasil não vencerá a Copa de 2014 é outra notícia para virar manchete de jornais e sites. O que ocorreu foi falta de planejamento por parte da CBF depois da Copa do Mundo de 2010. Jogaram nossa seleção às traças. E agora estamos na base do salve-se quem puder. É isso aí.

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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