A gargalhada do Renato

Quando dava seus primeiros passos, inicio de 1961, a TV Paranaense, por esforço de seus profissionais colocou no ar um tele-teatro, montado num local inadequado e sem as mínimas condições para permitir um desempenho razoável de seus artistas.

A peça de Pedro Bloch, “Irene” foi uma das exibidas na telinha em preto e branco e ao vivo. Nessa ocasião um dos atores, que já tinha toda história decorada, teve que viajar ás pressas para o Rio de Janeiro e a diretora Patrícia Fabiani apelou para o versátil e criativo Renato Mazanek, que tivera uma rápida passagem pelo rádio-teatro.

Sem tempo para decorar o texto, Renato foi socorrido pelo técnico Miguel Cassis que inventou um “ponto eletrônico” utilizando um pequeno transmissor e um rádio receptor que ficou fazendo parte do cenário e de onde saia um pequeno fone utilizado para ajudar o ator nas suas falas.

Já no meio da peço, ao vivo, Renato Mazanek contracenava com Patricia Fabiani, que tricotava ao lado do rádio de onde vinha a indicação para as falas do improvisado ator. Num movimento abrupto com a agulha de tricô, Patrícia tirou o rádio de sintonia e o ator ficou sem saber o que dizer. Mazanek, que de vez em quando tinha ataques de riso, teve um acesso naquele momento e disparou a gargalhar durante a cena que requeria muita seriedade. Em seguida Renato passou do riso para uma espécie de choro convulsivo e todos foram salvos.

Quando dava seus primeiros passos, inicio de 1961, a TV Paranaense, por esforço de seus profissionais colocou no ar um tele-teatro, montado num local inadequado e sem as mínimas condições para permitir um desempenho razoável de seus artistas.

A peça de Pedro Bloch, “Irene” foi uma das exibidas na telinha em preto e branco e ao vivo. Nessa ocasião um dos atores, que já tinha toda história decorada, teve que viajar ás pressas para o Rio de Janeiro e a diretora Patrícia Fabiani apelou para o versátil e criativo Renato Mazanek, que tivera uma rápida passagem pelo rádio-teatro.

Sem tempo para decorar o texto, Renato foi socorrido pelo técnico Miguel Cassis que inventou um “ponto eletrônico” utilizando um pequeno transmissor e um rádio receptor que ficou fazendo parte do cenário e de onde saia um pequeno fone utilizado para ajudar o ator nas suas falas.

Já no meio da peço, ao vivo, Renato Mazanek contracenava com Patricia Fabiani, que tricotava ao lado do rádio de onde vinha a indicação para as falas do improvisado ator. Num movimento abrupto com a agulha de tricô, Patrícia tirou o rádio de sintonia e o ator ficou sem saber o que dizer. Mazanek, que de vez em quando tinha ataques de riso, teve um acesso naquele momento e disparou a gargalhar durante a cena que requeria muita seriedade. Em seguida Renato passou do riso para uma espécie de choro convulsivo e todos foram salvos.

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