A história de um bar que só quem conheceu acredita

O Bar da Mãe, como chegou a ser conhecido, foi na verdade um paraíso que também mantinha serviços de lanchonete, restaurante e venda fiado.


9.Marlene 3A freguesia?  Do Office Boy ao Presidente, passando pela redação, fotografia, edição, classificados, comercial, impressão, distribuição, serviços de apoio e administração. Os preços eram competitivos – abaixo dos valores determinados pela SUNAB – e ninguém precisa pagar na hora: era só “pendurar”.

Falo, falamos, nesta edição do Ponto de Encontro, do Bar do Jornal O Estado que, se vivo ainda fosse (o jornal), completaria 100 anos de “radiosa e profícua existência” em maio de 2015.

A entrevista foi gravada na cafeteria do Livraria Catarinense, do calçadão da Rua Felipe Schmidt – isso está parecendo mercham, mas não é – contou com a participação da fundadora e matriarca, dona Marlene Demaria da Rosa, esposa do radiotelegrafista Hercílio Rosa Filho,  o filho Mauro Roberto, que se criou praticamente dentro do bar e o jornalista Mário Medaglia “testemunha ocular da história”. Semana que vem tem mais.

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