A publicidade na Web

Na Era da comunicação em massa que estamos, estar conectado na Internet se torna não mais uma opção, e sim uma necessidade.

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Claro, essa necessidade foi gerada a partir da demanda por mais facilidade e conforto; porém, temos que ter em mente que antes da globalização da internet, vivíamos e éramos, sim, auto eficientes sem a ajuda dela. Sabíamos trabalhar, conversar, viver, sem a necessidade de estarmos todo o tempo conectado na Internet. Entretanto, com o avanço da tecnologia sempre agilizando nosso trabalho, nos acostumamos com algo o tempo todo facilitando nossa vida.

Com essa demanda tecnológica sempre em desenvolvimento, vão automaticamente surgindo, aos poucos, pequenos avanços e novos serviços na Web, a fim de facilitar nossa vida, nos divertir e dar conforto. O único foco que nunca muda com todos esses avanços é o lucro.
Tudo gera em torno de quanto tal progresso irá render, e como irá durar rendendo. Aí surge, então, a necessidade das propagandas.

Estamos em casa, navegando na Web seja para o trabalho ou escola, quando somos instantaneamente atacados pela publicidade. Propagandas e propagandas por milhares de sites que visitamos. Quem nunca foi assistir um vídeo pelo YouTube e teve de esperar aqueles 5 segundos obrigatórios de propaganda? Ou então, fechar aqueles anúncios que aparecem durante seu vídeo na parte inferior da janela? Querendo ou não, estamos e iremos continuar a conviver com milhares delas, que cada vez mais estão sendo desenvolvidas de modo que afetem aos seus ‘clientes’ para vender tal produto ou divulgar tal ideia.

Com o constante crescimento do uso por dispositivos móveis, o que não falta são oportunidades e possibilidades das propagandas serem incrementadas.

A venda de smartphones aumentou 33% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014, apontam dados da IDC e da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Isso significa que são mais de 14 milhões de aparelhos distribuídos por toda a população, aumentando, então, o fluxo de informações visualizadas online.

O smartphone é o dispositivo mais usado (65%), seguido pelo computador (28%) e pelo tablet (8%). Cerca de 72% dos entrevistados assumiram que dividem a atenção entre televisão e redes sociais, 55% recorrem à internet para passar o tempo durante os intervalos comerciais e 18% disseram que a TV não é interessante o suficiente para ter toda atenção.

As pessoas estão o tempo todo com seus aparelhos conectados, não sendo uma surpresa o fato da Pesquisa Brasileira de Mídia (PMB) 2015 relatar que atualmente 66% dos acessos feitos à internet são realizados via smartphones.

Outro ponto positivo ao uso de smartphones como veículo de publicidade é a estratégia de direcionar anúncios móveis, ou seja, anunciar tal coisa em tal período de tempo específico. Como, por exemplo, publicar um anúncio de restaurante perto da hora do almoço.

Há também a necessidade também de serem criadas técnicas infalíveis de direcionamento para o público da sua propaganda. Pois como o único foco é o lucro, se direcionada para pessoas cujos perfis não tenham a ver com o produto, todo o trabalho para criar e divulgar a propaganda é perdido. Alguns dos pontos cruciais a se pesquisar antes de direcionar sua propaganda devem ser, por exemplo, contar com dados sobre a faixa etária, as preferências na internet e a geolocalização do seu público.

Segundo projeção da Price WaterhouseCoopers (PwC), o mercado de entretenimento e mídia brasileiro terá crescimento acelerado nos próximos 5 anos e chegará a US$ 71 bilhões em 2017. O Brasil está entre os oito países do mundo que terá o maior crescimento nos investimentos em publicidade e gastos do consumidor no setor nos próximos anos.

E, claro, isso se deve a crescente valorização do consumo que nossa sociedade capitalista estabelece.

Vivemos onde a propaganda é, de fato, a alma do negócio.

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