Alô, alô! Responde. Volta e meia a gente volta

Caríssimos, por conta das mudanças que se fazem necessárias e nas quais estamos trabalhando temos alguns itens pendentes na operação de rotina do nosso quase portal. Para evitar um represamento maior das expectativas, retomamos a publicação da correspondência que continua chegando e que está a sua disposição na Seção Alô, alô! Responde. Nessa seção você encontra o link para enviar sua correspondência. Monte o seu torpedo e dispare o artefato.
Da Redação

Aderbal Machado. Meu caro mano Agilmar conheceu melhor que eu o Amadeu Gonçalves. Porém tive com ele uma convivência agradável, nos idos de 1990/1991, quando fui apresentador da Rádio do Aroldinho Carvalho, antiga Rádio Santa Catarina (onde também trabalhei, em 1971, com o seu saudoso pai, o reinento, mas competentíssimo Amílcar Fóes Cruz Lima). Ele era justamente dirigente da entidade congregando os condomínios da Capital. Vivia conversando comigo em todos os lugares e o entrevistei várias vezes. Grande sujeito, o Amadeu.
Odemar Costa e o bairro do Estreito. Tenho saudade do Estreito. Tio José Brasil (Donga), irmão de minha avó, tinha uma chácara que se situava da rua do quartel até a Fúlvio Aducci, aquela que tinha o restaurante Glória e lá moravam seus quatro filhos, Sílvia, Zezo, Caio e Beto Brasil. Nessa chácara passei bons momentos.
Seu apartamento fica certamente entre esse local e o que era o ponto final da linha do Estreito, o “Canto”. Na rua que sobe ao lado da igreja (Nossa Senhora de Fátima), durante um tempo morou uma tia, irmã de minha avó.
Maestro José Ribeiro (Zezinho). Num dia qualquer de andanças pelo Shopping Itaguaçu, passei por uma livraria com o objetivo de comprar um livro sobre compositores e em uma das prateleiras me deparei com  o livro “Caros Ouvintes” e minha emoção foi maior, quando folheando o mesmo encontrei uma foto da minha inesquecível Nívea. Pois bem, eu queria um livro de presente.
Donato Ramos e Um Varal nas Rendeiras. A idéia é a seguinte: escolher uma instituição mais necessitada que execute um projeto visando a popularização da Arte Plástica: UM VARAL NAS RENDEIRAS. Um barbante esticado – amarrado nas árvores existentes ao longo da Avenida na Lagoa da Conceição – com as obras (pinturas) penduradas como roupas no varal, com grampinhos e tudo! Fica interessante. Eu vou doar essas obras à instituição que se dispuser a trabalhar na mostra. O preço será bem ao alcance de todos que visitarem a exposição ao ar livre.
Será necessário que a mídia seja conscientizada de tal forma que o povão compareça. Vamos lá: acrescente algo mais que chame a atenção e que torne um sucesso a promoção! Buscar quais apoios? De início é necessário que se obtenha papelão para a colagem dos desenhos (estão – como você viu no SENAC – no tamanho aproximado do A3 e A4). O papelão (cartolina ou papel reciclado deverá ser um pouquinho maior) pra fazer um “paspatour”  – é assim mesmo?… Sei lá!
Diga- me alguma coisa, ó vivente! O tempo urge!
Menino! Que idéia brilhante aquela do Caros Ouvintes! Você já leu o que escrevi  lá nas cartas…? Quem é aquele bocudo dizendo palavrão? Ótimo, ele! Você teve notícias do Iran?
O Iran virou ermitão. Vive sozinho no Rio Vermelho, no Norte da Ilha. O Picolé, agora viúvo, continua trabalhando e pintando uns quadros geniais. O Corbetta e Ana Catarina são teus vizinhos. Moram na parte Sul do Campeche, próximo ao Morro das Pedras.
 
Vanderlei Peretti e o projeto Podcasting Caros Ouvintes. Maravilha. O Caros Ouvintes está inovando de novo e com esses depoimentos estamos também  juntando a história de nossa publicidade catarinense e não apenas a história do radio. Quem sabe neste ano num dos programas do TV Catarina, podemos reunir esses publicitários mais experientes que viveram o inicio da televisão e o crescimento dela como veículo. Quem sabe dá um bom programa, não? Parabéns pela iniciativa e continue contando com nosso apoio.
Aimberê Araken Machado. Como fui mencionado em um texto do mano Agilmar, julgo-me no dever de esclarecer alguns pontos acerca do meu saudoso amigo “Argentino”. Estive preso com ele, ao estalar o golpe militar de 1964. Ele foi preso no dia 3 de abril, e eu no dia 6. Ele foi solto antes de mim, em Criciúma, no início de junho (de 1964).  Quanto a mim, só vim a ser libertado em Curitiba – sede da Quinta Região Militar -, a 19 de junho (logo, fiquei preso mais de setenta dias).
Quem denunciou o Argentino foi, realmente, um conhecido dedo-duro de Araranguá, do qual, no entanto, abstenho-me de citar o nome, mais em respeito aos seus descendentes e à sua esposa – já que eles não têm culpa de terem um parente de mau caráter – do que, propriamente, a ele. Aliás, creio que é bom não remexer muito nessas coisas do passado, senão pode feder … De resto, confirmo, integralmente, as palavras bem alinhadas do Agilmar.
Gerson Lobato. Hoje depois de muito tempo, tive a oportunidade de entrar neste site. Como sou da terra e vivi aqueles bons tempos do rádio de Florianópolis, ao visitar a galeria de Astros e Estrelas, notei a falta de personagens , como Getúlio Melo Prates, que trabalhou na Radio Santa Catarina, Walter Souza que fez tanto sucesso na Rádio Diário da Manhã, João Carlos Bitencourt, que trabalhou na Rádio Santa Catarina, Neide Maria Rosa, que dispensa comentários, Cláudio Alvim Barbosa, da mesma forma… Gostaria de vê-los incluídos. A propósito, gostei muito dó site. Um Matuto de Capoeiras, plagiando o Balduino.
Agilmar Machado. Tenho o prazer de compartilhar com todos os amigos de Caros Ouvintes, especialmente esse Velho Cacique das cochilhas e cañadas, que a Rádio Tubá transmitiu hoje, dia 29 de maio, no espaço reservado ao editorial da emissora no Jornal do Meio Dia, a íntegra da homenagem prestada nesse nosso aconchegante cantinho àquela emissora, citando, com honras, a fonte de publicação e seus diretores. O comunicado, acompanhado de penhorados e comoventes agradecimentos de seu diretor, Geraldo Madeiros, nos foi transmitido – telefonicamente – às 10h00 da manhã de hoje.
Link Relacionado
:: Seção Alô, alô, responde

0 respostas

Deixe um comentário

Gostaria de deixar um comentário?
Contribua!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *