As melhores previsões que nunca se tornaram realidade

MILTON – Bom dia, Ethevaldo, como vai?

ETHEVALDO: Bom dia, Milton, bom dia, ouvintes. Tudo ótimo.

MILTON – Ethevaldo, hoje é sexta-feira, dia de falarmos sobre o futuro e você prometeu falar sobre as previsões mais ousadas sobre o futuro, que nunca se confirmam.

ETHEVALDO – Vamos lá, Milton. Mesmo os cientistas mais famosos estão sujeitos a fazer previsões sem qualquer base na realidade e que não se confirmam. Outros fazem previsões que, embora pareçam lógicas, jamais se concretizam.

Uma das mais comuns é a de que os computadores e robôs vão fazer todo o trabalho humano, e que, por isso, a vida das pessoas será de puro tempo livre, lazer e entretenimento.

Você já percebeu que quanto mais tecnologia temos a nosso dispor, mas tempo estamos trabalhando, levando nossos dispositivos de casa para o trabalho e vice-versa. E às vezes trabalhando até nos fins de semana e em feriados.

MILTON – Que exemplo você tem de previsão aparentemente lógica que nunca se realizou?

ETHEVALDO: No final de 2013, o jornal Washington Post previu que 45% do trabalho dos cidadãos norte-americanos seria baseado em inteligência artificial e no uso de computadores. Essa previsão sugerida para 2015 dificilmente será concretizada em menos de 20 anos.

MILTON – E que previsões não têm nenhuma lógica ou possibilidade de se concretizar em sua avaliação.

ETHEVALDO – Uma delas, feita há mais de 20 anos, e reiterada recentemente pelo prof. Jason Quinn, da Universidade do Estado de Utah, dizia que antes de 2010 a maioria da população humana estaria se alimentando de algas marinhas, por falta de alimentos como a carne, o leite e cereais. É provável que nunca uma parcela expressiva da humanidade sobreviverá comendo algas.

MILTON – E na área da saúde?

ETHEVALDO: Aí é que se multiplicam as previsões mais ousadas de que surgirão medicamentos capazes de curar todas as doenças mais graves da atualidade – câncer, diabetes, Alzheimer, moléstias cardíacas etc.

Embora haja progressos em diversas áreas, o mundo está longe da cura dessas doenças.

MILTON – Até segunda

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