As muitas vidas do Miramar

Na conta dos tempos e da indústria da construção o trapiche Miramar construído nas águas da baía Sul da Ilha de Santa Catarina, foi erguido e inaugurado no dia 28 de setembro de 1928 e demolido num cálido e tristonho dia 24 de outubro de 1974 para entrar no campo sutil da eternidade.

Retratista, ao fundo estatua de Fernando Machado e a entrada do Miramar. Divulgação

Retratista, ao fundo estatua de Fernando Machado e a entrada do Miramar. Divulgação

Sim, porque enquanto houver pessoas com um mínimo de sensibilidade e pulsarem seus corações o Miramar continuará fazendo parte de nossas recordações, de nossas emoções, de nossa vida, enfim.

Pois que haverá, sempre, entre nós quem se emocione toda vez que ouvir a voz do coração ao se lembrar do “velho e querido Miramar” como disse em versos imorredouros o poeta Zininho.

Como tem dito sem cansar e sempre com mais entusiasmo a cronista e poetisa Norma Bruno e tantos outros.

Como têm repetido com terna doçura, cronistas, compositores, colunistas, músicos, atores, radialistas, jornalistas e mais um sem numero de pessoas que por certo ainda não perderam o senso. Ouça no podcast o samba Miramar, de Cláudio Alvim Barbosa/Zininho, interpretado por Paulinho Carioca.

Leia também o artigo É impossível matar o Miramar de Norma Bruno e ouça a crônica escrita e lida por Adolfo Zigelli no programa Vanguarda na Rádio Diário da Manhã de Florianópolis, no dia 23/10/1974.

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