Assis Valente: Felicidade é brinquedo que não tem

“Mulato alto e magro, sorriso cativante, cabelo e bigodinho sempre aparados, vestia-se com fina elegância de um dandy”.  Palavras de Délio Pinheiro no prefácio do livro que J. Pimentel lançou recentemente na Bahia.

Assis ValenteE arremata Délio: “Assis Valente foi, incontestavelmente, um grande compositor. O fato indiscutível de suas músicas sobreviverem ao passado só reafirma a grandeza de sua obra”, e acrescenta referindo-se ao autor da biografia: ”J. Pimentel, radialista, publicitário e cultor da música popular brasileira escreveu este relato biográfico com zelo, dedicação, competência, e sobretudo, com emoção”.

J. Pimentel lembra que aos oito anos de idade ouviu pela Rádio Tupi de São Paulo, a notícia do suicídio de Assis Valente. E confessa, conforme registra Délio Pinheiro que a morte trágica o impressionou. E atravessou anos se perguntando ‘O que teria levando um compositor admirável como Assis Valente a cometer tal loucura’.

J. Pimentel inicia seu relato destacando que o “objetivo final deste livro é conhecer mais sobre esse grande compositor e conhece-lo significa também entende-lo  para avaliar melhor sua grande obra”. Afirma: “Tenho certeza que a leitura deste livro vai envolver o leitor num mundo fantástico do Rio antigo, com suas grandes figuras, todas elas ligadas à vida cultural brasileira, sobretudo no início do rádio”.

O livro, lançado no início de dezembro em Salvador/BA, faz parte da Coleção Gente da Bahia, patrocinado pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia.

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