Por J Pimentel

Cadê o rádio que estava aqui

Quase dez da noite. Recostei-me no conforto de uma rede cearense, num avarandado baiano para curtir a brisa fresca do sertão nordestino, que sempre corre pela caatinga e envolve as cidades nesta época do ano.

Diploma como forma de exploração

Longe de consenso continua a discussão sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalista para se exercer a profissão, com bons argumentos dos dois lados. Agora mesmo o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) obteve as assinaturas de 40 senadores para apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que restabelece a obrigatoriedade do diploma em curso superior […]

PROCON para ouvintes de rádio

O artigo publicado em Caros Ouvintes na semana passada por Francisco Djacyr Silva de Souza, vice-presidente da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará, ligou o sinal de alerta. Será que o ouvinte de rádio é passivo demais?

O eterno dilema sobre a manipulação do rádio

Recentemente, trocando idéias via internet, com Antunes Severo comentávamos sobre as rádios ligadas às religiões. Antunes argumentou que, mesmo comprometidas com suas idéias religiosas elas podem ser bem feitas e gerar emprego.

O velho e bom jornal impresso e a companheirona rádio AM

Segundo um estudo da empresa de consultoria Pricewaterhouse Coopers os jornais impressos têm preferência dos leitores quando defrontados com a versão online.

A TV Pública no Brasil

A TV pública no Brasil, tão alardeada pelo Presidente Lula como alternativa à TV aberta parece que ainda não decolou e não há sinais consistentes de que vá decolar.

As Rádios de Corporações

Oi, Sulamerica e Mitsubishi são algumas corporações que aderiram ao meio rádio como estratégia de marketing. Elas lançaram rádios com suas marcas, onde procuram se identificar com seus públicos-alvos.

O fim da carreira de radialista

Neste último mês de março, trabalhei numa concorrência para o Governo do Estado da Bahia. Minha função era idealizar, redigir, produzir e gravar sugestões de programas de rádio para cinco lotes da tal concorrência. A agência de Propaganda contratou um estúdio aqui de Salvador para atender-me neste trabalho.

O dia em que matei “Irmã Dulce”

Era diretor da Rádio Excelsior da Bahia AM, ligada à arquidiocese de Salvador, então sob orientação de D. Avelar Brandão Vilela, cardeal arcebispo e primaz do Brasil à época.