Por Mauro Júlio Amorim

Aldo Gonzaga

Um ser humano especial, que poucos reconheceram como o grande artista que era. Deve ter sido por isso que foi embora tão cedo e tanta falta faz. Meu irmão, pelo menos, pensa assim. Mauro Amorim o conheceu muito jovem, vestindo, ainda, a farda de soldado do exército, a que servia. Nas horas livres, tocava acordeom, o instrumento dos meninos da época, enquanto as meninas se dedicavam ao piano.

Os milagres do rádio

Famosa cantora lírica (contralto) norte-americana conta, em suas memórias, dois recortes da sua vida que se devem ao rádio. Nasceu e cresceu numa fazenda no interiorzão do Texas, onde não havia nada. Nem luz elétrica. Mas a família possuía um daqueles receptores antigos e pesados, alimentado por bateria, carregada por um cata-vento. A noite, após […]

Computa computador, computa… ou sem…

Comprei um computa-dor novo, zero quilômetro, de aparência quase robótica, ostentando aquele ar de superioridade e cumplicidade, que eles costumam usam para se comunicar com os iguais da “turma” e, igualmente, para impressionar os retardados da minha idade. Num país que mal se expressa em sua própria língua, esse exemplar máximo da moderna tecnologia só fala […]