Bar da Noite: síntese dos bares, dos amores e os desamores da cidade

A vida da cidade, em grande parte, é vivida nos bares da cidade. No início eram as tabernas, depois os pubs. Mais adiante os cafés, os bistrôs, os inferninhos e novamente os bares. Aqui e em toda a parte. Vem, dá a mão. Vamos sentir, ver, reviver e viver esta saudade.
Por Antunes SeveroOs bares da cidade guardam, escondem, revelam os humores e os amores declarados ou escondidos da nossa vida. Os tempos mudam, a velocidade da vida acelera, os valores sociais se transformam, mas os bares continuam lá. Uns mais alegres, outros mais recatados. Ou então aqueles incorrigíveis como Bar da Noite, criado por Cláudio Alvim Barbosa, o poeta Zininho, para curtir os amores impossíveis. E que toda a sexta-feira, logo depois das nove da noite, chegava ao nosso rádio pelas ondas sonoras da Rádio Diário da Manhã na voz de Neide Maria cantando: “Você sabe bem que é mentira, mentira noturna de bar. Bar estranho sindicato de sócios da mesma dor. Bar refúgio barato, dos fracassados do amor”.
Acompanhe a matéria do DC publicada na edição de domingo 31/10/2004 contando que “Florianópolis Viveu de Bar em Bar e Agapito viu e serviu gerações no balcão…”

Links Relacionados

>> Clipping – Diário Catarinense 30/10/04:
Florianópolis viveu de bar em bar
>> Audioteca:
Programa Bar da Noite

Ilustrações: ensaio do ex-publicitário e artista plástico Átila Ramos que reaviva algumas lembranças do Ponto Chic. Átila usa técnicas de óleo sobre tela, desenho e Cartum.

  

  

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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