Bolinha, meio século de discos, surpresas e paixão pelo rádio

Bolinha – apesar da magreza em 1,80 – não imitava locutores de futebol nem apresentadores dos anos 1960. Sua Capacidade de impressionar o público local lhe deu longa vida no rádio – até agora.

O comunicador, cujo maior sonho era ser vendedor de jornais – para poder anunciar as manchetes -, chegou ao microfone graças à música. “Meu pai era dono de um bar e ele era frequentado por bancários, comerciários e comerciantes da cidade”, lembra Bolinha. Além deles, os locutores da rádio Sociedade e da Rádio Herval D’Oeste faziam ponto no bar. Foi ali que Bolinha, hoje com 65 anos de idade, mais de 1,8 metro de altura e magro, ganhou o apelido. “Eu tinha uns 14 anos, por aí. À época era baixo e gordo. Quando alguém dizia ‘Bolinha, me dá um café’, eu me recusava a atender. Achava uma humilhação. Por causa dessa minha resistência o apelido pegou com mais força”, diz ele.

Confira o perfil completo de Bolinha, publicado na Revista Rádio e Negócios por  José Maria Furtado:

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