Brazilian jazz continua presente em rádios de todo o mundo

Ritmo imortalizado com o criador da bossa nova, João Gilberto, e popularizado nos Estados Unidos por Frank Sinatra e Stan Getz, entre outros, é parte das comemorações do primeiro Dia Internacional do Jazz, nesta segunda-feira

MÍDIA | Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York

Assembleia Geral da ONU recebe evento de jazz

Nos Estados Unidos, o ritmo pode ser conhecido como bossa nova, brazilian jazz ou pop dos anos 60,  mas a música é inconfundível: Garota de Ipanema, na voz de Astrud Gilberto com o solo de sax de um dos maiores jazzistas americanos: Stan Getz. A importância do jazz como gênero musical está sendo apreciada, nesta segunda-feira, na Assembleia Geral das Nações Unidas com um concerto para marcar o primeiro Dia Internacional do Jazz. Segundo críticos musicais, o ritmo que nasceu em Nova Orleans serve para unir civilizações. No caso do jazz brasileiro, rádios em todo o mundo continuam tocando os sucessos. Garota de Ipanema, por exemplo, foi gravada por Frank Sinatra e Tom Jobim, e é considerada uma das músicas mais executadas, desde o seu lançamento, em rádios americanas.

Um dos participantes do evento na Assembleia Geral, o violonista brasileiro Romero Lubambo falou à repórter Leda Letra sobre a diferença entre o jazz americano e o brasileiro.

“Quando a gente faz o jazz brasileiro com brasileiros, a gente tende a ir mais profundamente nas raízes brasileiras. Acredito que a gente possa fazer afoxé, maracatu, baião, samba, com aquela originalidade que a gente tem. Pode ir mais profundamente nessas raízes. Quando a gente está fazendo o jazz americano, a gente pode ser influenciado pelo jazz brasileiro, mas a gente vai ter que se aprofundar mais nas raízes do jazz americano. Eles têm todo um sotaque, uma linguagem que vão mais nas raízes do blues e do jazz americano”.

O concerto sobre o primeiro Dia Internacional do Jazz começou nesta segunda-feira às 7h30 da noite em Nova York. O evento é apresentado pelos atores americanos Robert de Niro, Morgan Freeman, Michael Douglas e o produtor Quincy Jones.

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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