Cacilda Nocetti

Nascida em Bombinhas (SC) em 14 de novembro de 1918 começou a vida artística fazendo teatro amador e programas humorísticos na Rádio Difusora de Itajaí.

Cacilda Nocetti. Essa baixinha singela e amada, nascida em Bombinhas/SC, em 1918, começa a vida artística fazendo teatro amador e programas humorísticos na Rádio Difusora de Itajaí. Em Florianópolis fez teatro, novela e participou das equipes de comediantes das rádios Guarujá e Diário da Manhã. http://www.carosouvintes.org.br/blog/wp-admin/post.php?post=3731&action=editCacilda, segundo depoimento da filha Célia Regina, para o Caros Ouvintes, casou com Osvaldo Gonçalves Nocetti de quem ficou viúva e com os filhos Osman, Eugênia Márcia e Célia Regina Nascimento. Cacilda começou sua atividade artística como atriz em grupos teatrais amadores sob a direção de Rodolfo Bosco na cidade de Itajaí na década de 1940.

Veio para Florianópolis 1952 como professora e em 1954 ingressa na Rádio Guarujá onde se consagrou como radioatriz e comediante. Posteriormente integrou o cast de radioteatro da Rádio Diário da Manhã onde permaneceu até encerrar sua carreira em 1972. Destacou-se como intérprete de personagens “caipiras” em programas como Casa de Caboclo, produzido e dirigido por Aldo Silva. Na rádio Diário da Manhã exerceu também as funções de secretária e posteriormente de discotecária.

Enquanto Aldo Silva e Cacilda Nocetti interpretam as personagens e contra-fregra vai produzindo os efeitos que a cena exige

Cacilda Nocetti contracena com Aldo Silva.

Em Florianópolis, fez parte do elenco de grupos teatrais apresentando-se no Teatro Álvaro de Carvalho junto com Waldir Brazil entre outros atores. Fez parte do elenco do filme “O Preço da Ilusão” produzido e rodado em Florianópolis.

Desligou-se da Rádio Diário da Manha em 1982 quando encerrou suas atividades na área da comunicação. Na década de 90, participou de comerciais de incentivo ao turismo em Florianópolis, patrocinados pela Santur.

Cacilda era apaixonada pelo rádio. Guardou até o seu falecimento, de forma bastante saudosa, as lembranças dos tempos áureos de Rádio e das emissoras das quais participou e ajudou a escrever com sua arte um pouco da sua história. A “pequena notável” como era chamada pelos amigos e colegas, faleceu em 01/06/1998 próximo de completar 80 anos. Deixou oito netos e cinco bisnetos.

“Vó Cacilda, como gostava de carinhosamente chamá-la, era aquela pessoa que irradiava simpatia por todos os poros. Dotada de uma disposição invejável era uma pessoa que possuía o halo da juventude, pouco se importando com os seus quase oitenta anos. Conhecia vó Cacilda há mais de trinta anos e desse convívio aprendi a admirá-la sob todos os aspectos”, escreveu Francisco Hegídio Amante, em 1998, no livro Somos Todos Manezinhos- Ed. Papa Livros – p.495.

Nos tempos do radioteatro da Guarujá: em pé: Felix Kleis, Nazareno Coelho, Edgard Bonassis, não identificado e Manoel Passos. Sentados: Janine Lúcia, Lígia Santos, Aldo Silva, Cacilda Nocetti e Alda Jacintho.

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