As redes sociais virtuais e fenômeno de comunicação

Seja qual for o segmento de atuação, tipo de produto ou serviço comercializado, região ou qualquer outro elemento que determina o negócio das empresas, elas devem ficar atentas a esse “fenômeno” de comunicação que são as redes sociais virtuais. Com o aparecimento dessas redes, como Facebook, Twitter, entre outras, o consumidor ganhou ainda mais força, […]

Jornalismo & Publicidade: isso pode?

Primeiro foi Fátima Bernardes que virou salsicha. Agora é o estranho caso do jornalista Pedro Bial que virou corretor de vendas de carro. Fátima vendeu salsicha depois de sair do jornalismo para dançar todas as vezes em que apresenta seu programa matinal de amenidades, Encontro, divertindo as donas de casa ( ainda existem?) enquanto cuidam […]

A inserção do Diário Catarinense na imprensa de SC

A implantação do jornal Diário Catarinense, sediado em Florianópolis, mudou a maneira do fazer jornalismo impresso em Santa Catarina.

A TV alternativa do senhor

Uma busca por melhoras na qualidade da programação da TV tupiniquim só pode ocorrer com uma alteração na postura da audiência perseguindo um “assistir TV” mais crítico.

Os primeiros vinte anos das emissoras de televisão em Santa Catarina

Neste artigo, a acadêmica de Jornalismo Beatriz Cavenaghi, mostra uma parte da história de implantação das emissoras de televisão no Estado. A autora, como declara, tem em vista contribuir para a sistematização dos estudos sobre a televisão catarinense. Ao longo deste percurso, acentua Beatriz que “algumas semelhanças e diferenças foram identificadas em relação à implantação das emissoras de tevê no Rio Grande do Sul”.

Conversando a gente se entende

[Publicado originalmente em 5/7/1999] Uma das fórmulas mais antigas utilizadas para programas de TV é a da entrevista, o talkshow. Um perguntador conversa com alguém que teria alguma coisa interessante para contar. Em torno dessa base tão simples têm sido construídas infinitas variações, para todos os gostos e com os resultados mais díspares. Algumas tentativas […]

As novas ferramentas

César Valente nos convida a uma viagem no tempo, ao jornal O Estado de 1970, e 21 anos depois, quando começava a surgir um novo modo de fazer mídia impressa.

Apertem os cintos, entramos na zona de turbulência

A advertência vale para diferentes voos, rotas, equipamentos. Vale para a estranha trepidação que vem das nossas ruas, geralmente atravancadas, mortiças; vale também para os marginais – como este observador – empenhados em estourar bolhas e provocar sacolejos neste interminável processo de produzir e reproduzir mudanças conhecido como jornalismo.

O dia em que a Terra pirou

Às oito da noite, hora habitual do programa, a encenação começou. Às nove, o estrago estava feito: o diretor e seus atores escapavam da CBS por uma porta dos fundos. A sede da emissora era invadida por uma orda de policiais atônitos e jornalistas surpresos. O programa de rádio havia transformado os Estados Unidos num pandemônio.

O ouvinte quer respeito

O profissional consciencioso jamais dirá que o seu programa é o melhor, pois os que julgam são os ouvintes em forma de audiência. Achar-se o melhor é erro gritante, pois o orgulho sobrepujará a ética profissional.