Conversa de compadre

Caro Mauro, a surpresa foi dupla. Primeiro a notícia da tua passagem para o andar de cima e a segunda, o clima alegre e descontraído que dominou a tua cerimônia fúnebre esta tarde de 22 de abril, no Itacorubi.

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Comparecemos, a Giane – tua afilhada -, a Preta e eu e mais teus parentes, amigos, colegas e admiradores, como é de praxe. Foi emocionante ver a quantidade de colegas da Associação Coral e ex-companheiros da Polícia Militar presentes. Particularmente quando resolveram interpretar o hino da ACF. Aí sim, teve gente que chorou.

Chorou de emoção ao perceber quanto te amos e quanto tu representas para nós. Foi com alívio que ouvimos do padre Nei que a dor de tua falta seria compensada pelo teu reencontro com a divindade. O que se justifica pelos costumes de várias civilizações que vêm no que chamamos de morte, só motivos para festejar o sentido eterno da vida espiritual.

Para finalizar, lembro que este texto foi publicado inicialmente no meu Facebook com a sugestão para que você leia e ouça a entrevista que fiz com o Mauro em novembro de 2015. Confira:

Escola risonha e franca

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