Em três toques foi esclarecida a dúvida do mano Ricardo.

Severo, você pode me mandar de novo o segundo e-mail que o Celso Freitas escreveu sobre a sua carreira em Santa Catarina?  Acho que esse material foi deletado, por engano.

Uma outra coisa: se ele diz que entrou na RDM no final de 1970, como é que ele pode ter ido embora da nossa capital em 1972. Não será 1982? Leia-se, por favor, o finalzinho do primeiro e-mail dele. Um abraço. “Deixei Florianópolis, em maio de 72, buscando novos horizontes. Fui parar em Brasília, na Globo, onde estou até hoje. Mas ainda sinto o sabor do camarão no bafo e da cerveja gelada que tomávamos, vez por outra no Bar das Pedras, na praia de Coqueiros”.

Amado:
Você está ferrado e não adianta rebolar. A informação que você pede está no nosso site. É uma correspondência do dia 19/1//04. Por favor, vá lá (no site) e faça seus comentários depois. O Celso, segundo declara, e tudo faz crer que é “vero”, nasceu em 1953, chegou em Florianópolis em 1970, portanto com 17 anos, trabalhou aqui durante mais ou menos dois anos e foi “servir ao exército” (ou sentar praça) em Brasília. Aí começa uma outra história que o Emílio Cerri me contou e que depois eu peguei mais detalhes com o Iran Nunes e que revela como o Celso foi trabalhar na Rádio Nacional de Brasília, dali foi para a TV Globo do Distrito Federal e depois… e depois… A história começa com o Celso soldado, motorista de plantão, escalado para levar o padre que deveria rezar a missa na residência do presidente da República. Agora, daqui pra frente a palavra passa para o Celso. Celso é bom você contar esta história porque o Emílio e o Iran garantem que depois de você ter lido a homilia na missa a dona Iolanda (vê se Iolanda não é com Y) e o Presidente Arthur da Costa e Silva, levantaram e foram te cumprimentar. Beijo do Antunes Severo

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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