Estopim, o veículo de comunicação dos universitários

Academídia | Jornalismo

O sonho empreendedor dos cinco criadores do Estopim hoje é uma realidade para 16 acadêmicos de três diferentes instituições de Ensino Superior da Grande Florianópolis. No ar há quase dois anos, o blog Estopim é um case de pro-atividade, dedicação e insistência na prática do bom jornalismo.

O blog surgiu por iniciativa dos acadêmicos Adilson Costa Jr., Bianca Queda, Gessony Pawlick Jr., Luiz Fernando Cavalcanti, e Nícolas David quando cursavam a 2ª fase do curso de jornalismo da Unisul no semestre 2011-2.

Nesse início, a “linha editorial” era que cada um trouxesse uma opinião incomum e irreverente em crônicas, artigos e reportagens. Além disso, cada texto deveria ser o estopim de novas ideias e demonstrar visão diferenciada para os temas em alta na sociedade.

Durante as eleições municipais de 2012, por exemplo, os acadêmicos Rafaela Bernardino, Bianca Queda, Adilson Costa Jr. e Leonardo Contin criaram uma página especial, a Coluna da Zona, sátira de Zona Eleitoral, para veicular entrevistas com os seis candidatos à prefeitura da Capital catarinense, além das notícias que fizeram parte da corrida pelos votos do eleitorado. As entrevistas foram veiculadas em formato audiovisual e veiculadas no blog antes do pleito.

Atualmente, estão no projeto colaboradores de outros cursos e universidades da Grande Florianópolis, (Udesc, Cesusc e Ufsc), além dos criadores que são da Unisul. As matérias publicadas no Estopim transitam em diferentes gêneros textuais e pelos mais variados temas: política, direito, literatura, comunicação, cinema, teatro, saúde e humor.

O jornalismo alternativo, inspirado em cases de sucesso como o do semanário O Pasquim, é o direcionamento que a equipe procura dar ao conteúdo publicado. Os textos, em geral, são histórias, reportagens e visões que a grande mídia não oferece. O espaço é crítico, democrático e livre, pois não há impedimentos quaisquer que limitem a “liberdade de imprensa” da equipe.

As recentes manifestações ocorridas no Brasil não ficaram de fora da pauta dos cronistas, articulistas e repórteres do projeto. Não somente as letras como também as lentes das câmeras fotográficas dos integrantes do projeto focaram na cobertura das manifestações em Florianópolis, Porto Alegre e até em São Paulo. Era a grande oportunidade de observar e contar um acontecimento de repercussão nacional.

Para o futuro, a médio prazo, o objetivo é dar continuidade ao sonho. É impossível enxergá-lo a longo prazo, quando os integrantes colocarem as mãos no diploma universitário. As pretensões, entretanto, são muitas e o lucro até aqui é incalculável: estão sendo rompidas as barreiras inderrubáveis do conhecimento acadêmico. (Colaboraram: Nícolas David e Thaís Ribeiro)

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