Ética e profissionalismo

O rádio sempre foi querido pelo público ouvinte, que o considerava, e considera ainda hoje, como amigo, conselheiro, companheiro de todas horas e lugares, especialmente depois de advento do receptor transtorizado.
Por Ramiro Gregório da Silva, de Joinville

Não apareceu até hoje nenhum outro invento com igual capacidade de penetração e integração.
Referindo-se ao rádio, recentemente, a escritora Raquel de Queiroz, disse num dos seus escritos que “até do motor a explosão o rádio ganha, por causa da acessibilidade. Todo o mundo pode sonhar com um carro, até o índio, mas adquiri-lo já é outra coisa. Enquanto o rádio está praticamente ao alcance de todos”. O rádio é assim, íntimo, sempre perto das pessoas, influenciando-as com suas músicas, suas informações, suas mensagens de consolo e solidariedade, graças à sua mobilidade e a sua capacidade de envolvimento. E por tudo isso o rádio vende! Comentar as suas virtudes e eficiência é chover no molhado.
É sabido que no atual emaranhado de inovações tecnológicas, são poucos os equipamentos que conseguem interagir com simplicidade e eficiência, como faz o rádio dentro da comunidade. Por isso cresce a responsabilidade do radiodifusor. Afinal, ele é o responsável maior por tudo o que é dito e feito na sua emissora. Por isso a importância do dono ou diretor da emissora em ditar e acompanhar o andamento da programação, impondo diretrizes e cobrando cumprimentos com ética e profissionalismo.

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