Eulampio: histórias e gafes de 40 anos de rádio e TV – 1

Eulampio e sua máquina do som, em 1957

Eulampio e sua máquina do som, em 1957

Durante 40 anos de atividades, o sonoplasta Eulampio Vieira Filho, juntou inúmeras histórias, algumas curiosas, outras que, no momento, pareceram trágicas para seu protagonista, mas que passados os anos, são lembradas somente por seu lado cômico.

Conta Eulâmpio que uma dessas aconteceu durante uma novela no rádio (não lembra qual), cujo capítulo deveria terminar com a Marcha Nupcial. Ocorre que as várias marchas que usava para os fundos musicais estavam num mesmo disco. Um descuido de poucos centímetros fez com que a Marcha Fúnebre acompanhasse os jovens noivos no encerramento do episodio.

As gafes ocorriam também com gente conhecida, lembra Eulâmpio: “como aconteceu com Wilson Simonal. Estreante, o cantor divulgava na TV canal 6 de Curitiba o seu primeiro long-play. Tudo ia bem até que eu coloquei o playback que Simonal cantaria. Acostumado com os discos de 78 rotações, foi nessa velocidade que foi o LP. Quando notei que o disco era de 33 rotações, o cantor já não sabia o que fazer. Foi um fuzuê no estúdio…”.

“Outro caso que como sonoplasta da época gosto de lembrar, ocorreu entre 1963 / l964, quando trabalhava na sonoplastia e na produção comercial da TV Paraná. Ocupado com a gravação de um comercial, nem notei que havia um jovem no estúdio, esperando para ser atendido.

Aluizio Finzeto, então diretor artístico do Canal 6, pediu para eu dar atenção ao rapaz que estava lançando um de seus discos. Terminada a gravação do comercial, só então chamei o tal de Roberto Carlos, que trazia um compacto embaixo do braço…”.

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