Falta de critério e pudor

Infelizmente a imagem e o som que entram em nossas casas, residências ou moradias nos causam tristezas, nojo e preocupações. A radiodifusão brasileira perde a sua finalidade de educar e adere à pornografia, a nudez e ao sexo explicito. Não se faz mais radiodifusão como antigamente. A cultura inerente aos meios de comunicação aderiu aos princípios de um pequeno número de religiões e seitas, cujo ponto forte é a arrecadação do vil metal.  Essa malfadada intenção transforma-se num desrespeito aos ouvintes e telespectadores.
O Ministério das Comunicações precisa tomar providências urgentes colocando ponto final nas cenas de orgias transmitidas ao vivo para o público telespectador seja ele infantil ou adulto. Ainda se louvam em pertencer ao ciclo dos que querem dizimar a prostituição no Brasil. A fim de sermos felizes, Deus nos concede trazer a algema forte e invisível que chamamos de dever.

Os valores estão sendo invertidos e isso nos causa temor. Nudez? Sabemos que nossa mãe “Eva”, nossa grande mãe primeira, vestia-se com cuidado sob folhas de parreiras. Num simpósio sobre o Mundo disse o sábio Olivier: – Se a pessoa está com Deus faça lá o que quiser. Cornélio Pires em suas trovas e poesias afirmava com convicção que a calma em palavras e gestos mostra a paz na lei do bem. Violência é sempre ataque, não é auxílio a ninguém. Quem busca nada fazer e vive de festa em festa, muitas vezes, no caminho acha aquilo que não presta.
A violência faz o boom com a exibição e apresentação de um número exagerado de programas policiais televisivos. É um perigo, uma ameaça gritante para as crianças desavisadas e a jovialidade brasileira. A produtividade monetária faz parte de qualquer empresa, mas a forma usada para angariar os objetivos não pode ultrajar a ética de um profissionalismo leal e competente. Porém, deduzimos que não existem princípios morais e éticos para angariar fundos para os cofres das emissoras de comunicação. Parece-nos mesmo que sendo de forma ‘ilegal e imoral’ vale a intenção.

É o declínio da sociedade e dos que fazem as redações da Comunicação Social no País. Denota-se que a falta de criatividade esvaiu-se e em seu lugar aportou a pornografia, cenas de nudez e sexo explícitos. “Senão vejamos:” RIO DE JANIERO – Na madrugada desta quinta-feira (25), os brothers e sisters curtiram mais uma festa no confinamento. Ao som de muita música e regados a muita bebida, os participantes do “Big Brother Brasil 10” bateram papo, dançaram e, mais uma vez, Anamara apimentou a noite dos rapazes da casa com muitas provocações. No início da “balada”, os participantes aproveitaram para comer e conversar bastante. À medida que eles foram bebendo e dançando, o clima começou a ficar mais alegre e Maroca acabou se empolgando. A sister insistia para Eliane fazer a “dança da bundinha maluca” em frente à cabine dos DJs junto com ela, mas a dançarina não topou. “Ela quer fazer ‘bundinha maluca’ para o DJ! Ela ta doida!”, dizia Lia. Mesmo sem ter seu desejo realizado, Anamara se juntou ao colega Sérgio e começou a rebolar em cima de uma garrafa. Enquanto o estudante dançava com um dos objetos, a policial militar quis ir além e dançou sobre duas garrafas.

“Eu sou gulosa! Agora essa ‘Ice’ ta gostosa. Ta temperada com o gosto da ‘rachada”, disparou a morena. Não contente em requebrar sozinha, Maroca partiu para cima do brother Carlos e começou a remexer seu bumbum quase se sentando no colo do rapaz. “Não posso olhar”, dizia fortão enquanto virava o rosto. Anamara estava disposta a deixar o colega maluco e disparou: “Por quê? Você vai ficar frapê?”. Depois, a baiana se ajoelhou em frente ao colega e fez a tal da “dança da bundinha maluca”. Mas não pense que os outros rapazes da casa ficaram só assistindo Maroca provocou Cadu. Assim que terminou de se divertir com o personal trainer, a morena partiu para o ataque novamente.

Ela aproveitou que Michel estava deitado e deu um show de rebolado em cima do loiro. “O que é isso? Ela ta completamente doida!”, exclamou o publicitário. Em seguida, Cadu se aproximou da cena e começou a dar alguns tapas no bumbum da colega enquanto ela requebrava e fazia caras e bocas sobre o corpo de Michel. Eliéser não ficou de fora da brincadeira e também ganhou um showzinho exclusivo de Maroca enquanto sua namorada, Cláudia, assistia tudinho. Depois de dançar bastante, a morena cantou, ou melhor, gritou horrores ao som das canções “Beber, Cair e Levantar” e “Você Não Vale Nada”. (http://entretenimento.br.msn.com/bbb/noticias-artigo. aspx? cp-documentid=23526284).
Vejam a qualidade de programação que a Rede Globo coloca a disposição de seus aficionados telespectadores. Isso é incrível. Lamentamos que a renovação no acervo cultural de filmes e programas educativos esteja inativa. Os programas educativos e culturais carecem de importância, visto que são exibidos muito cedo, quando a maioria da população está dormindo. Deduzimos diante de tais prerrogativas de que provações de amor na Terra são lutas de muitas vidas, para serem superadas e a fim de serem vencidas. Agir com muito cuidado no desejo de subir no mundo quanto mais alto, mais perigo de cair. Até Golias caiu aos pés de Davi e a queda foi causada pela astúcia de um homem inteligente. Hoje essa inteligência parece esmaecer.

Citamos acima a bestialidade exibida. Além das cenas de shows de homossexualismo masculino e lesbianismo nos levando aos tempos de Sodoma e Gomorra. O álcool corre solto nas festas que acontecem na “casa” mais viajada do país. Nessa bacanal televisiva ninguém é punido. Aliás, o prêmio milionário colocado à disposição é atraente para os que lá estão digladiando. Vemos muito jogo baixo e pilantragem, falta de respeito para com o próximo e com os telespectadores mais recatados. Os comercias, a publicidade de um modo geral, e as ligações telefônicas é uma fábrica de dinheiro. Os paredões fazem a alegria dos produtores da programação. Fica a citação deste escritor a disposição dos leitores. Não é desabafo, mas a pura realidade. O rádio não fica atrás.

O profissional radialista não tem opções para ganhar o seu dinheiro honestamente, pois se quiser auferi-lo para seu sustento e o da família, terá que arrendar ou alugar horários nas emissoras a preço de ouro. Indagamos: para que serve o Sindicato dos Radialistas? E a carteira de trabalho registrada no Ministério do Trabalho? Esperamos uma resposta de alguma autoridade de bom senso. O mal se alastra como vírus.  O interland já aderiu a essa prática maliciosa. Achamos esse viés o responsável pela má qualidade dos programas de hoje, bem como o uso exagerado do vernáculo brasileiro repassado para os ouvintes. Vamos apelar para quem?  A Associação dos Ouvintes de Rádio (Aouvir/CE) batalha pela melhoria da programação radiofônica, porém temos que inserir um clichê popular muito surrado atualmente de que: “uma andorinha só não faz verão”. “E não faz mesmo”!

Ficamos a meditar qual o incentivo que os acadêmicos de Comunicação Social (jornalismo) estão assimilando no momento? Com a obrigatoriedade do diploma cassada, um piso salarial baixíssimo e à invasão desordenada de pessoas não qualificadas para o exercício da sublime missão de comunicar. Trocaram a intelectualidade e o profissionalismo pelo “sarado” e as feições bonitas. Comunicação não é concurso de beleza.

É de amargar senhores! Feliz de qualquer pessoa que em tudo só busca o bem, respeitando a paz em todos sem pensar mal de ninguém. Três forças regem os homens de bem. Em dúvida, crentes, e ateus: A vida, o amor e a morte um trio que vem de Deus (um sábio).  Visitem o site http://bbb.globo.com/BBB10/Noticias/ e verão se existem acusações injustas nessa matéria. Queremos melhoria, mas não a revelia. Que o planejamento seja uma constante, o respeito ao profissional da comunicação uma obrigação. Nada a Deus dará. Que o caminho certo e a decência sejam ensinamentos para essa gente. Estão brincando com o sério e levando ao buraco que poderá ser fundo e sem retorno. O que fará o “que quiser” é um justo e claro conceito, vinculado ao livre-arbítrio. É a Lei de Causa e Efeito, e tem mais do que necessário, que se propague este aviso: “diminui a liberdade para quem não tem jeito”. Pense Nisso!

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