Futuro não reserva apenas maravilhas

MILTON – Bom dia, Ethevaldo, como vai?

ETHEVALDO: Bom dia, Milton, bom dia, ouvintes. Tudo ótimo.

MILTON – Ethevaldo, hoje é sexta-feira, dia de falarmos sobre o futuro e você prometeu falar sobre nossa vida num mundo repleto de sensores.

ETHEVALDO: Vamos lá, Milton. Já dissemos aqui que nosso futuro não nos reserva apenas maravilhas, mas também alguns pesadelos. Os maiores riscos virão dos milhões ou bilhões de sensores que nos vigiarão dia e noite daqui a 10 ou 20 anos.

Outros riscos virão dos computadores que enxergam, que escutam e são capazes de tomar decisões, com base na Inteligência Artificial.

MILTON – Existem no mundo cientistas que estudam esses problemas?

ETHEVALDO: Existem, Milton. Um dos centros de estudos mais importantes nessa área é o MediaLab, do MIT. Dois desses pesquisadores acabam de publicar na revista Scientific American (inclusive na edição brasileira), um ótim artigo, com o título de

PERCEPÇÃO EXTRASSENSÓRIA, mostrando como um mundo inundado de sensores mudará o modo como enxergamos, ouvimos, pensamos e vivemos.

Além desse artigo, eu sugiro um livro que será lançado em setembro na Inglaterra.

MILTON – Que livro será esse?

ETHEVALDO: O livro se chama Superintelligence, do cientista Nick Bostrom, criador do Instituto para o Futuro da Humanidade da universidade britânica de Oxford.

Quem recomenda esse livro é Elon Musk, empreendedor que ajudou a fundar empresas de tecnologia de ponta, e que faz uma advertência fundamental com relação à mais avançada das tecnologias do futuro. Para Musk, “a inteligência artificial é potencialmente mais perigosa que bomba atômica”.

MILTON – Até segunda

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