HB 69: a história de Blumenau é fascinante

Vimos como nasceu a colônia. De uma iniciativa particular do Dr. Hermann Blumenau, que aqui se instalou em 1850, ela passou às responsabilidades do Governo Imperial a partir de 13 de janeiro de 1860.  Vinte anos depois, em 1880, foi emancipada politicamente tornando-se município. Esta data, aliás, é memorável nesta história. Foi o terceiro período da narrativa do Professor José Ferreira da Silva para o livro Centenário de Blumenau. O primeiro foi de 1850 a 1860, o segundo começa aí e vai até 1880 com a decretação do município. A partir de então serão outros os rumos.

Vimos, também, no capítulo anterior, sobre a necessidade de conhecer mais sobre o principal personagem dessa história. Não bastariam as características detectadas no curso da narração dessa epopéia. Faz-se necessário conhecer a origem desse visionário e realizador. Quem sabe encontrar nessa retrospectiva as causas e as motivações que levaram esse homem astuto, inteligente e sábio, a uma aventura aparentemente despropositada para quem tinha berço, formação superior e cultura invulgar. Naqueles tempos isso era tarefa para aventureiros definidos pelo vulgo com quem “não tinha onde cair”.

A história de Blumenau, a cidade, é fascinante! A história de Blumenau, o seu fundador, é emocionante. Tivemos o ensejo de conhecer a primeira até quando se tornou município. A segunda, vamos aprofundar neste intervalo de tempo e espaço. Vale a tentativa de fazer com que as duas possam correr paralelamente. Até porque uma é indissociável da outra. Ainda que o administrador da colônia aparecesse em todo o processo preservado em suas vicissitudes, desconhecido em sua filosofia de vida e alheio às paixões que margeavam o processo, ele era um ser humano. E como tal, o conhecimento da história de sua vida se impõe a este espaço. É um dever de consciência.

No próximo capítulo: como teria sido a criança, que sonhos teriam povoado a cabeça do jovem Blumenau?

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