Instituto Caros Ouvintes compartilha suas atividades

Eno J Tavares. Divulgação

O mestre e Boy Scout nos anos 1960, informa que a partir de segunda-feira o Instituto Caros Ouvintes terá um editor contratado e que ele Menino do Itapevi fará parte de um Colegiado. Muito bom. Melhor ainda, pois a minha verborragia vai ser devidamente posta em molho de cautelas. Então vamos “às veras”. Se músico fosse, gostaria de pegar qualquer instrumento… Clássico ou do meio em que vivemos – já viram uma banda de jamaicanos tocando latão? Ou de minhas crianças brasileiras das favelas tocando samba de latinha?

Pois é. (…) Para não aborrecer mais ninguém, como o Homem de Malba Tahan, que necessitando se comunicar com o mundo, enfiou profundamente na terra uma flauta de bambu – no meu caso específico, vou cuidar tão só e somente do Blog do Vovô Gatão e soltar minhas gaivotas… Gaivotas essas, meus símbolos de liberdade e que segundo as lendas marinheiras, carregam em si as almas dos náufragos…

Daí não ocuparei o tempo de mais ninguém, não agirei como se rebelado fosse. E o Escotismo e suas figuras, em outras dimensões, devem estar a ouvir os lamentosos trinados de minhas gaivotas rebeldes e saudosas, dos velhos amigos de outras águas.

No tocante ao Paulinho (Guimarães) e ao Escotismo, seremos eternamente agradecidos ao Instituto Caros Ouvintes, conscientes de que a instituição abriu seus espaços “in memoriam” à Fraternidade Universal. Descansemos pois. Eno José Tavares

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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2 respostas
  1. eno josé tavares says:

    UM”ARQUIVADO”-Waldir Brazil-QUE JOGAVA UM DOMINÓ TEATRAL.
    profissionalmente economiário(bancário da Caixa Econômica Federal),toda tarde disponível,lá estava ele, aquela figura afável, imune às minhas irreverências, de “COLEIRINHO DE DOMINÓ”.Artista de diversos talentos,quando lhe aplicavam uma sapecada, no jogo de Dominós,urrava e esperneava,como lagartixa em boca de sapo.Na Liga Operária,ali sobre o Bar do Chico da Coxinha-Rua Tiradentes/Esquina com Rua Nunes Machado,toda tarde,nosso artista teatral e musical,dava o ar de sua paciência…Amigo incondicional,quando falseava a memória,levava uma”Liza”que era motivo de corneteiros em geral…Então fingindo bondade,falso eu né,justificava aquela lavada ,pelo incomodo que as vedetes e talentos travestidos,lhe provocavam com seus chiliques de Primas Donas nas coxias do Teatro Armação….Waldir Brazil ,era no nome e no coração, um brasileiro excepcional…Foi uma honra e um orgulho,compartilhar,com ele muitas vezes,aquela mesa quadrada ,com vinte oito peças de dominós ,e, a turma gozar daquele avaiano empedernido,a urrar e praguejar…”Feijão Burro”,quem senta contigo diante de um tabuleiro de dominós,ou é um doido ou um burro maior.Vez por outra,tenho a impressão,que ele de onde está,solta aquela gargalhada de palco de comédia,para gozar-me, quando sou massacrado com uma escandalosa liza…A tua ausência é muito dificil,pois além da grandeza de de tua alma amiga,eras um ser humano incomparável…E.T:”as meninas” te mandam beijos tão escandalosos como na peça”Gaiola das Loucas”…

  2. eno josé tavares says:

    ANTES”ZÓ” QUE MAL ACOMPANHADO ,E, LÁ SE FOI NOSSA FIGURA AFÁVEL

    passar pela quadra no Centrão da Ilha Encantada, entre as, rua trajano e a rua tenente silveira,de segundas às sextas feiras,era saber quelá estava ele, a uma mesinha de rua,tal qual sábio grego com seus pupilos ,e,de propósito ou não,bem defronte ao grande portão dos fundos da Casa de Cruz e Souza,Ex Palácio Rosado,onde triunfalmente lançaria a Segunda Edição de seu livro…Tive a infinita honra,de ter a Primeira Edição,de seu livro com autógrafo especial ,e com a Mensagem…”Antes Zó Que Mal Acompanhado”,pois cercado de dezenas de seus milhares de amigos,era uma autêntica central de informações e saberes…Eventualmente,em nossos incidentais encontros,quando o o achava meio pensativo,mexia com ele:Então Zó, é verdade que o nome da rua onde tens teu consultório e boticões,TIRADENTES foi em tua homenagem…”Ripostava galhofeiro…E tu Feijão,que vivias cercado de gurís escoteiros,qual o teu endereço certo?Ele nos deixou na última Quarta Feira,17 de Setembro,vibrando com o gol de empate…. de seu amado Figueirão…Quando sua amada esposa chegou,depois do Grito de Guerra do Furacão,já o encontrou livre do corpo,a caminho do maior estádio do universo,onde lá por certo,toda tarde saboreia um café ,e, depois nas campinas celestiais do infinito,promoverá clássicos de veteranos ,de Avai e Figueirense…Ele marcou seu último gol,na apoteose de mais uma noite gloriosa,e solitário diante da tecnologia,aquele atleta simples e bom,nos deixou seu corpo e uma lacuna enorme em nossas vidas….Apesar dos pesares,sómente serás esquecido ,quando um a um de nós,tomarmos o mesmo caminho que tomastes, e, que por certo ,deixastes uma trilha assinalada de tanta bandeirinha do FURACÃO ALVI NEGRO,que não vai ser muito difícil,te encontrar a dar teu grito de guerra, a cada gol doMAIS QUERIDO DO ESTREITO…aTÉ LOGO “ZÓ”…

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