Internet das coisas representa o futuro

Internet das Coisas é um conceito criado para a revolução tecnológica dos itens interconectados. Todos aqueles itens usados no dia a dia que estão imersos na rede mundial de computadores.

MILTON – Ethevaldo, hoje é dia de falarmos sobre o futuro e você prometeu falar sobre a Internet das Coisas e os bilhões de objetos conectados no mundo em 2020.

ETHEVALDO – Vamos lá, Milton. A humanidade vive a infância da Internet das Coisas – que já é chamada de Internet de Tudo ou Internet Total, porque ela conecta tudo: coisas, pessoas e empresas.

Embora ela já interligue mais de 10 bilhões de dispositivos móveis, esse total ainda é ridiculamente pequeno diante do que poderá ser daqui a 10 anos. As estimativas para 2020 são de 100 bilhões de objetos ou dispositivos conectados. E, para 2025, mais de 1 trilhão.

A Internet das Coisas é, sem dúvida, Milton, uma revolução tecnológica ainda maior do que a Internet atual, e representa o futuro da computação e da comunicação. Ela é alavancada pelas incontáveis inovações tecnológicas na área de sensores, da identificação por radiofrequência (ou RFID), dos sistemas de transmissão sem fio 5G (quinta geração) e da nanotecnologia.

MILTON – Em sua avaliação, de que maneira a Internet das Coisas afetará nossa vida?

ETHEVALDO: Será a maior revolução que a humanidade já terá vivido no campo das comunicações e da computação, Milton. Além de afetar a indústria e o comércio em escala local e planetári.

Até em nossa casa, tudo se intercomunicará: portas, janelas, paredes, móveis, o conteúdo de nossa geladeira, nossas coleções de tudo (livros, discos, livros e outros objetos).

A geladeira fará pedidos automáticos de renovação de produtos, como manteiga, leite, verduras, frutas e bebidas. A cozinha falará com o supermercado. A televisão falará com o provedor de TV a cabo.

MILTON – E a vida na cidade?

ETHEVALDO – Poderá ser bem melhor, Milton. Viveremos em cidades mais inteligentes, as chamadas Smart Cities. O trânsito será melhor e mais seguro. Os veículos circularão com maior segurança.

Mas, é claro que haverá muito mais riscos de crimes cibernéticos, de fraude e de violação de nossos direitos.

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