João Carlos Bittencourt, um astro do rádio

ACADEMIDIA | Documentário | Vitor Gnecco*

Joao Carlos BittencourtEsse trabalho recupera a memória do rádio e também presta uma homenagem a todos os profissionais que atuaram e atuam na radiofonia, principalmente na capital Catarinense. Nesse primeiro momento o enfoque principal é João Carlos Bittencourt que atuou entre as décadas de 1960 até 1980. Agradecemos a colaboração de todos que de uma forma ou de outra colaboraram para execução e finalização desse vídeo.

Destacamos os profissionais que aqui deram seus depoimentos: Osmar Teixeira, que atuou na Radio Guarujá e que também como todos os demais atuaram em diversos veículos. Por exemplo, Antunes Severo Diário da Manhã, João Ari Dutra na Rádio Jornal a Verdade, João Décio Machado Pacheco Rádio Anita Garibaldi, Fenelon Damiani Rádio Santa Catarina, o jornalista e presidente da Associação Catarinense de Imprensa e Casa do Jornalista, Ademir Arnon, Orley Weiss, bancário aposentado e o proprietário do Box 19, em Barreiros, Pedro Paulo Oliveira.

Um agradecimento especial a Dona Cirene Bittencourt esposa e Cristina Bitencourt filha de João Carlos e a todos familiares. O nosso cinegrafista Paulo Henrique de Abreu que atuou na câmera gravando todos depoimentos comigo e com a colega Renata Cristina Ferreira. Na produção também Israel Mosar, Sarah Padilha, Rafaela Westphal e nossas orientadoras Giovanna Flores e Raquel Wandelli.

Antes de partir João Carlos Bittencourt deixou a sua marca indelével, lutou até o fim com a doença. Eternizou-se nos veículos de comunicação, deixando sua voz espraiar-se pelas ondas do rádio, sem nunca se entregar. Em entrevista para um documentário sobre sua vida profissional deu-me essa declaração:

“Nós estamos no dia 14 de novembro de 2008. Exatamente há algum tempo eu tive um câncer de esôfago, perdi a voz e com coragem e resignação eu superei tudo isso. Estive em dez médicos e um deles me disse! Olha, você vai ter que depois de tudo isso consultar uma fonoaudióloga! Eu disse que fonoaudióloga coisa nenhuma, manda ela passear que eu vou continuar o meu caminho. Essa é a minha estrada”. João Carlos Bittencourt (22/08/1942 – 30/04/2010).

*Vitor Gnecco – Acadêmico de Jornalismo – 5a. fase – Comunicação Social UNISUL

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