Jornal reconhece supremacia do áudio

O mundo da comunicação continua em evidência e geralmente por motivos óbvios porque inerentes à sua função reconhecida em épocas críticas, como apanágio dos sentinelas da liberdade.

Ilustração

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No caso presente, porém, a comunicação vem à tona por dois motivos que considero relevantes: a advertência feita por Alberto Dines no artigo “Apertem os cintos, entramos na zona de turbulência” (Oi, 4/11 e Caros Ouvintes, 9/11) e a matéria “Ferramenta on-line permite ouvir os textos da Folha” (10/11).

Sobre o que disse o Velho Mestre, deixo à conta do interesse do leitor analisar e tirar suas próprias conclusões. Com relação à matéria da Folha me permito fazer considerações que me ocorrem como profissional da área e como pesquisador.

Vejo na atitude da Folha, sem nenhum sobressalto, coerência e objetividade na análise das tendências do desenvolvimento tecnológico sob o paradigma da física  quântica. Paradigma (princípio), anunciado há mais de 100 anos, mas que continua ainda sob a pressão negativa a que toda inovação está sujeita.

Com isso quero dizer – e estou dizendo – que as leis da física newtoniana que permitiram a implantação e desenvolvimento do capitalismo, concebido e desenvolvido pelos britânicos John Locke e Adam Smith, serviram para aquela época. Estão ultrapassadas levando à falência e ao desaparecimento os grandes e centenários baluartes da economia de mercado do mundo Ocidental.

Como vem acontecendo no Brasil, mas com uma significativa diferença: aqui boa parte dos conglomerados empresariais que chegaram ao início do 3º Milênio foram engolidos por multinacionais (transnacionais) que conservam a imagem através de uma gigantesca manobra de marketing.

Já a Folha dá o exemplo de como mudar para continuar alcançando seus objetivos. Estou equivocado?

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