Jovens pesquisadores brasileiros são finalistas do Prêmio Mercosul

Combate à doença de Chagas e uso de veneno de aranha na produção de antibióticos estão entre os trabalhos escolhidos; premiação tem o apoio da Unesco.

MÍDIA | Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York

Estudantes do Brasil estão entre os finalistas do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, que neste ano, reconhece os melhores trabalhos em inovação na área da saúde. O prêmio tem o apoio da Organização da ONU para Educação, Ciência e Cultura, Unesco. O Brasil está em primeiro lugar em três das quatro categorias. Ivan Ferreira, de 21 anos, é finalista como Estudante Universitário e pode levar o prêmio de US$ 3,5 mil, ou R$ 7 mil. Ele foi escolhido por um estudo sobre o uso do veneno de uma aranha brasileira para a produção de antibióticos. Já o doutorando Rafael Barbosa, de 27 anos, foi indicado para o primeiro lugar na categoria Jovem Pesquisador, com prêmio de US$ 5 mil. O trabalho dele é sobre uma vacina contra a doença de Chagas. Na categoria Integração, pesquisadores do Brasil e da Argentina devem levar US$ 10 mil por um trabalho conjunto também sobre o mal de Chagas.  Outros brasileiros ganhar menção honrosa no Prêmio Mercosul. Caso apresentem todos os documentos listados no regulamento, os finalistas serão declarados vencedores no começo de outubro. A cerimônia de premiação será realizada este ano no Brasil. Desde 2004, a Unesco é parceira do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, que é patrocinado pelo Ministério da Ciência do Brasil.

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