Lançamento do Livro Guatá

Em Florianópolis, dia 22 de novembro, terça-feira, a partir das 19 horas, na Livraria Livros & Livros (Rua Jerônimo Coelho, 215).
Da Redação 

Em Tubarão, dia 23 de novembro, quarta-feira, às 20 horas, no Centro Municipal de Cultura (Praça Walter Zumblick), numa promoção da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, Curso de Letras da Unisul e Academia Tubaronense de Letras.
O autor
Flávio José Cardozo nasceu em Lauro Müller, SC, em 1938, estudou na terra natal, em Turvo, Tubarão, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Freqüentou o Curso de Jornalismo da PUC-RS. Trabalhou na Diretoria Editorial da Editora Globo de Porto Alegre, foi diretor da Imprensa Oficial de Santa Catarina e da Fundação Catarinense de Cultura. Integrou por vários anos o Conselho Estadual de Cultura e pertence à Academia Catarinense de Letras.
Como contista, escreveu os livros Singradura, Zélica e outros, Longínquas baleias e agora Guatá. Tem-se dedicado também à crônica, com larga atuação na imprensa. Publicou nesse gênero: Água do pote, Sobre sete viventes, Beco da lamparina, Tiroteio depois do filme, Senhora do meu Desterro, Trololó para flauta e cavaquinho (em parceria com Silveira de Souza) e Uns papéis que voam. Estreou na literatura infanto-juvenil com O tesouro da Serra do Bem-bem. Tem prontos os originais de Momentos (contos e crônicas) e Coisas do azul (contos e crônicas).


Flávio José Cardozo.

Participou de diversas antologias e coletâneas. Traduziu O aleph e História universal da infâmia, de Jorge Luis Borges.
É intensa a atividade do escritor nas escolas – do nível fundamental à universidade – em decorrência da adoção e estudo de seus livros. Trabalhos seus têm sido adaptados para o teatro e o cinema.
O livro
Guatá, que dá nome ao novo livro de Flávio José Cardozo, é a vila operária em que o escritor viveu a infância. Fica na região carbonífera do Sul catarinense, no município de Lauro Müller, ao pé da conhecida Serra do Rio do Rastro.
Concebido como uma visita que o narrador faz à vila de hoje para reviver a vila de ontem, Guatá é um livro de contos que, por sua unidade temática e por se passar todo num mesmo espaço e numa mesma época, com uma grande galeria de personagens, sugere o andamento de um quase-romance. A entrada para esse passeio se dá pela estrada da Serra. Em treze episódios, são recriados os dramas da exploração do homem e da natureza, os faroestes no cinema da Companhia, as brigas de verdade nos desacertos do jogo, alguns enredos amorosos, o Castelo dos senhores das minas, os tropeiros, os apelos da Serra azul, a lembrança das crianças que para ela subiram… A saída do passeio é pelo vale do rio Tubarão, por onde o trem corria.

“Ressalta nas páginas de Guatá um calor solidário pela aldeia remota, sofrida na memória mas sempre viva em seus valores poéticos”, diz a editora na apresentação que faz do livro.
O autor tem novos projetos para a região das minas de carvão.
 


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