Lições do Carnaval 2016 em Florianópolis

Coloninha campeã 2016. Foto Daniel Queiroz/ND

Coloninha campeã 2016. Foto Daniel Queiroz/ND

O reinado da folia foi positivo na cidade, com destaque para eventos como o Berbigão do Boca, o Zé Pereira, o Pop Gay, os desfiles das escolas de samba – cada vez melhores – o Enterro da Triteza, o Vento Encanado, o Sou + Mais Eu e o Pauta que o Pariu, além das performances de blocos menores e das festas nas comunidades, em especial Santo Antônio de Lisboa e Campeche.

O lado negativo ficou por conta de dois fatos lamentáveis: a falta de transmissão televisiva dos desfiles na Nego Quirido e a invasão, cada vez maior, dos carros tunados que impõem música eletrônica às concentrações de foliões, afastando as bandas e bateriais mais tradicionais do Carnaval. Esses dois fatos precisam ser vistos e revistos pelo poder público – Prefeitura, Ministério Público e Segurança Pública – para o período momesco de 2017. A TV tem que traansmitir a evolução das escolas nos dias de desfiles, e os carros tunados devem ficar bem longe das vias princicpais da cidade.

Por que não liberar áreas desertas, afastadas da civilização, para que esses primatas da música eletrônica possam se “diverter”, sem incomodar os outros? Para que isso ocorra, no entanto, é preciso que a Prefeitura organize a região central de Florianópolis durante os cinco dias de folia, inclusive impedindo o acesso dessas infernais máquinas sonoras.  [ Notícias do Dia | Ponto Final | Quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 | [email protected] ]

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