Luiz Antônio Soares: ‘Um povo sem histórico é um povo sem alma’

Moacir Pereira: “A ponte foi mantida graças ao combativo jornalismo de Luiz Antônio Soares, titular de coluna no Santa com o pseudônimo de Tulio Maraschino”.

Antunes Severo

Essa foto é um patrimônio da cultura blumenauense. Crédito: Carlos Tonet, Jornal de Blumenau

Luiz Antônio Soares. Filósofo? Fantoche? Generoso? Obcecado? Tolerante? Intolerante? Correto? Profissional exemplar? Amigo? Companheiro? Tudo isso e talvez, um pouco – ou, com certeza, muito – mais.

Conheci, convivi, compartilhei e divergi do Luiz Antônio profissional. Por isso, é possível, que minha admiração pelo Luiz Antônio, pessoa, gente, seja incondicional.

Luiz Antônio Soares morreu? Nem pensar!

Luiz Antônio Soares, o ser humano – pessoal e profissional – é muito mais do que aqueles míseros sessenta e poucos quilos de carne, ossos e cabelos que neste momento estão se transformando em outras matérias de acordo com o ciclo natural das coisas terrenas.

Luiz Antônio Soares, como energia pura integrante do universo, goza neste momento, de merecidas férias pelo muito que fez nos 72 anos que passou por aqui. Agradeçamos a oportunidade que tivemos de conhecê-lo e torçamos pelo seu breve regresso.

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