Luiz Osnildo Martinelli

No dia 28 de junho de 1924 nasce em Florianópolis Luiz Osnildo Martinelli, fruto da união de Luiz Martinelli com Hyponina Brasinha. Aos seis anos de idade, em 1929, vai morar em Itajaí. Aos oito anos de idade muda-se para Biguaçu, onde cursa o primário no Grupo Escolar José Bonifácio.
Por Osnildo Martinelli Filho

Em 1939, com 15 anos, transfere-se novamente para Florianópolis onde conclui o ginásio na Academia do Comércio. No início de 1942, começa a estudar no Curso de Professor Normalista, no Instituo Estadual de Educação, Escola Normal à época.

Luiz Osnildo Martinelli faz parte da vanguarda dos jovens que vivem na capital catarinense e trata logo de fazer Ciências Contábeis, na Academia do Comércio. O jovem Martinelli começa também o seu trabalho como radialista em 1942 no sistema de alto-falante Guarujá, que dá origem  um ano depois à primeira emissora de rádio da cidade: A Rádio Sociedade Guarujá.

Aliado as atividades de Repórter Esportivo da Rádio Guarujá, Martinelli  trabalha na Revista “A Esfera” e no Jornal “A Gazeta”. Luiz Osnildo Martinelli é Jornalista Profissional, devidamente registrado no Ministério do Trabalho, em 1951, sob o Nº 122, às folhas 62, conforme processo Nº 36.480/51.

Durante toda a sua vida dedica-se à escrita e à poesia. É autor de várias poesias e contos. Dessa dedicação, nasce o livro “Pedaços da Vida”, ainda por ser publicado.

O profissional Martinelli sempre investe na sua carreira, no seu aperfeiçoamento, participando de vários congressos de jornalistas e radialistas pelo país. Durante a sua carreira é muitas vezes homenageado com troféus e diplomas por clubes e entidades. Um das homenagens é prestada pelo Ministério do Trabalho – Delegacia Regional, como um dos dez mais antigos jornalistas de Santa Catarina, registrado naquele Ministério.

Além das atividades de Radialista e Jornalista, exercidas durante meio século, Luiz Osnildo Martinelli  torna-se funcionário do ex-IAPI – Instituto de Aposentadoria e Previdenciária dos Industriários e do Ministério do Trabalho.

Sua trajetória na crônica esportiva de Santa Catarina é marcada pela imparcialidade dos seus comentários, pela liberdade de opinião e pelo respeito a todos os colegas, profissionais e ouvintes, constituindo assim um chavão atribuído por todos que militam no esporte como “a maior reserva moral da crônica em santa catarina”.


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