Mais de cem bilhões de dispositivos estarão conectados em 2020

Ethevaldo fala hoje sobre o futuro da computação e das comunicações que está profundamente ligado ao desenvolvimento de coisas novas como a Internet das Coisas e da Impressão 3D.

MILTON – E que está acontecendo de novo nessas áreas em todo o mundo?

ETHEVALDO: Vou dar alguns exemplos significativos, levantados pelas maiores consultorias do mundo, Milton:

1. Neste ano, segundo o Gartner, serão investidos, US$ 40 bilhões em projetos, implementação e operação da Internet das Coisas no mundo;

2. Ainda em 2015, com a evolução da Internet das Coisas, o mundo terá 2 bilhões de objetos físicos conectados. Ao final de cinco anos, em 2020, serão mais de 100 bilhões dispositivos móveis ou coisas conectadas. E as previsões para 2025, indicam que o mundo chegar a um trilhão.

MILTON – E como evolui a utilização da Impressão 3D?

ETHEVALDO: O número mais significativo indica que o mercado mundial de Impressão 3D já alcança US$ 1 Bilhão de dólares. Mas isso representa apenas a pontinha minúscula de um grande iceberg comparado com o que será em 2020.

Na área automobilística, um fato surpreendente: o percentual de carros conectados via internet poderá chegar próximo de 20% neste ano.

MILTON – Quais serão as alavancas do desenvolvimento das empresas nesse horizonte de agora até 2020?

ETHEVALDO: O desenvolvimento das empresas e da própria economia, Milton, passará a ser puxado ou alavancado, cada dia mais, por quatro forças tecnológicas revolucionárias: redes sociais, mobilidade, computação em nuvem e a internet, com sua massa crescente de informações.

Isso significa que entramos na era da economia digital. Em outras palavras, os negócios não prosperam sem as tecnologias digitais.

O que vemos hoje é a fusão de dois mundos: o mundo físico e o mundo virtual.

MILTON – E quais são os novos desafios dessa economia digital?

ETHEVALDO: É a formação dos profissionais capazes de conduzir as empresas dessa nova era tecnológica. A indústria tem que passar da fase da máquina ou mecânica para a fase humana ou humanizada.

Para dar esse salto, os especialistas lançaram o Manisfesto Humanista, que propõe três ações fundamentais:

1. Colocar as pessoas no centro de todos os projetos e prioridades;

2. Aceitar os riscos e abraçar o imprevisível

3. Respeitar o espaço pessoal de cada profissional

No futuro poderemos discutir essas três ações, Milton.

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