Mídia em Foco analisa a internet das coisas

O termo ‘internet das coisas’ vem do inglês, internet of things, também conhecido pela sigla IOT.

“Saímos de um negócio que é antropocêntrico, onde o ser humano é o centro, para um negócio que seria ontocêntrico, onde as coisas é que são o centro das atividades”, diz Demi Getschko – Divulgação/TV Brasil

Ele foi criado no final dos anos 1990 por Kevin Ashton, pesquisador britânico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

Mas o uso de dispositivos conectados à internet é um fenômeno tecnológico que começou há mais de trinta anos. Uma das primeiras experiências de internet das coisas ocorre em 1982, quando sequer existia esse termo. Na época, um grupo de estudantes da Universidade de Carnegie Mellon, na Pensilvânia, conectou uma máquina de Coca Cola à internet. O experimento permitia acesso ao estoque e à temperatura da máquina, por exemplo.

Confira o vídeo com a entrevista completa.

Consumir conteúdo midiático através de dispositivos conectados à internet é um hábito relativamente novo, mas em muitos países já supera o consumo por meios tradicionais. A internet está presente nos televisores, celulares, tablets, óculos, relógios e pode oferecer conteúdo vinte quatro horas por dia sem limitações espaciais. Ao mesmo tempo, a produção e a distribuição audiovisual foram diretamente atingidas pela internet das coisas.

Participam deste episódio:

Demi Getschko, presidente do Nic.br

Renata Rampim, engenheira elétrica da RF Consulting

Ricardo Cavallini, fundador do Makers

(Tv Brasil, 20/08/2018)

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