Minha Personal Beauty Mané

O nome dela é Leninha e não, não tem nada a ver com aquela uma da novela (descobri agora, agorinha, que havia uma homônima dela igualmente dedica à atividade: Leninha, Personal Beauty, numa novelinha da Globo).

coracaoConheci a minha Leninha há pouco mais de um ano através de uma conhecida e – olha a sorte da pessoa! – não é que ela mora do ladinho da minha casa? Como diz o Mané: – Vai sê rabuda assim lá nu zinfernu!

A pessoa é tão simpática e boa no que faz que virei cliente tipo “de cardeneta”, como se diz na Ilha. Quando fiz a operação no joelho ela se prontificou a me atender “em domicílio”: – Vô na tua casa, boba! (Esclarecimento: aqui, chamar de boba é elogio). Garrei gosto na mandriagem e agora ela vem à minha casa, toda semana. Não é um doce? Pois o que a mulher tem de doce, tem de impagável. Um “prato cheio” para um cronista.

Dia desses ela veio renovar o meu ruivo. Na hora da lavação do cabelo – a mulher é do tipo que esfrega bem, tem mão pesada -, é de praxe: lá pelas tantas eu seguro a sua mão e peço que ela diminua a força. Pois dessa vez, nem deu tempo de falar. No que segurei a mão dela, a mulher me solta um grito: – Ai, meu Deus! A moleira tá fechada, né??? Quase morri de tanto rir.

Ela acabou de sair daqui. Veio fazer-me as unhas. No que abro a porta ela me aparece toda bonita, de “escovinha”. Eu disse: – Que linda! (Ela é linda mesmo!) Toda escovada!

Ela foi entrando e, toda rebolida, respondeu: – Fui no Pet!!

Tô rindo até agora.

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