Na Cadeira do Barbeiro

Esta é uma história que começou como muitas outras que você conhece. O contato com Deivison Hoinascki Pereira, embora mantenha as particularidades que tornam as histórias únicas, graças a maior ou menor riqueza de suas características. O contato com Deivison, para começar foi gerado naturalmente, sem nenhum pré-requisito, pré-estabelecido ou convencionado. Mistério? Nada disso. Acaso, coincidência? Tira o cavalinho da chuva!

Aconteceu porque estava na hora e nós – ele e nós do Instituto Caros Ouvintes – estávamos como deveríamos estar: alertas. Alertas, simplesmente.

O Deivison, dentre as muitas coisas que faz, é barbeiro de profissão e apaixonado por rádio. Mas, também é escritor: tem três livros na praça e um quarto livro no prelo. Começou com o livro de crônicas Na Cadeira do Barbeiro, publicado em 2009 pela Editograf; depois veio Crônicas na Cadeira do Barbeiro – sua história passa por aqui, publicado pela Editograf em 2010; e o romance Um Sonho de Menino, pela mesma editora em 2011.

Por hoje, quero anunciar que a partir da próxima semana o Deivison passa a integrar a equipe de colaboradores voluntários do Instituto Caros Ouvintes, contribuindo com uma crônica semanal, publicada às quintas-feiras neste site.

Mastros de barbeiro manchados de sangue

Mastros com faixas vermelhas e brancas em espiral passaram a identificar as barbearias em países como a Inglaterra. Por que? Porque na Idade Média, os barbeiros, além de cortar cabelos e aparar barbas, também extraiam dentes e realizavam sangrias como panaceia.

Durante uma sangria, diz o Jornal Toronto Star, “Era costume o paciente apertar uma vara com força em uma das mãos, para que as veias dilatassem e o sangue jorrasse livremente”.

Para disfarçar as manchas de sangue na avara, ela era pintada de vermelho. Quando não estava sendo usada, era pendurada do lado de fora da barbearia para fazer publicidade, enrolada com a gaze branca usada para enfaixar os braços sangrados”, registra o jornal.

Os barbeiros herdaram a marca registrada da vara quando sua profissão foi dividida entre cirurgiões e barbeiros no reinado de Henrique VIII, rei da Inglaterra no século XVI.

Na segunda-feira, 3/6 publicaremos a entrevista gravada com o cronista Deivison Pereira e na quinta-feira, 6/6, publicaremos a primeira das crônicas do mais recente colaborador do Caros Ouvintes.

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