Nas edições extraordinárias do Repórter Esso, Carmem Miranda e a Segunda Guerra

Os acordes da abertura do Repórter Esso paravam o Brasil.

Heron Domingues, o locutor que deu voz ao Repórter Esso no rádio Acervo - Fernando Machado

Heron Domingues, o locutor que deu voz ao Repórter Esso no rádio Acervo – Fernando Machado

Até hoje, as edições extraordinárias de equipes de jornalismo, no rádio e na televisão, fazem com que o público interrompa as atividades no escritório, no transporte ou em casa para ouvir algo ‘bombástico’ que tenha acontecido no país ou no exterior. A trilha sonora da vinheta de ‘plantão do jornalismo’ tem papel decisivo nesses momentos porque cria, no imaginário coletivo, a associação entre os acordes musicais e uma notícia considerada como relevante para todos.

Heron Domingues, o locutor que deu voz ao Repórter Esso no rádio Acervo, nasceu em São Gabriel no Rio Grande do Sul e iniciou sua carreira aos 16 anos na Rádio Gaúcha, em Porto Alegre.

No quadro ‘O rádio faz história’ do programa Todas as Vozes de segunda-feira, 11 de agosto, a jornalista e professora Rose Esquenazi, da PUC-RJ, explica como foi criada a primeira trilha sonora de programa jornalístico que conseguia “parar o Brasil” e apresenta outras curiosidades sobre o principal noticiário do rádio nas décadas de 1940, 1950 e 1960. Acompanhe também o áudio com quatro edições extraordinárias e históricas do Repórter Esso: a renúncia de Getúlio, em 1945; o fim de Segunda Guerra Mundial, também em 1945; o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954; e a morte de Carmem Miranda, em 1955.

O rádio faz história

Com produção de Marco Aurélio e Marcos Leite, o quadro ‘O rádio faz história’ é parte do programa Todas as Vozes, que vai ao ar a partir das 7h05, de segunda a sexta-feira, na MEC AM Rio, com produção de Marcus Aurélio e Marcos Leite.

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