Nós que nascemos antes de 1945

A carioca Iris Lettieri, primeira mulher a atuar como locutora de telejornais no Brasil, é mundialmente conhecida como “a voz do aeroporto” que continua com seu estilo indiscutível, marcando e colocando em destaque comerciais de produtos e serviços no rádio, na televisão e nos vídeos de todo o País. Pois ela hoje está aqui por obra e graça da tecnologia e da gentileza de nossos colaboradores. Francisco Alexandre Moredo, o publicitário Kiko Moredo catou na internet e nos presenteia com o arquivo de uma crônica lida por Iris Lettieri.  A crônica é de autoria de Henrique Nigri: Nós que nascemos antes de 1945.

Iris Lettieri atuou na Rádio Metropolitana, Rádio Capital, TV Continental, TV Gaúcha (Porto Alegre), TV Excelsior, TV Rio, TV Globo, TV Tupi (Rio e SP), TV Educativa e TV Manchete.

Ganhou os títulos de Melhor locutora, Melhor apresentadora de telejornais, Personalidade Aeroportuária, concedido pela lnfraero (1995), Abrajet – Rio – Selo de Qualidade do Conselho de Turismo (1995), Medalha Pedro Ernesto, concedido pela Câmara dos Vereadores – a mais importante comenda ofertada pela Cidade do Rio de Janeiro (1996).

Considerada “A mais bela voz do mundo” pelos correspondentes internacionais foi entrevistada, nos anos 1996/97/98, pelos seguintes veículos: Revista Time, Jornal Chicago Tribune, Rede de TV CNN, Univision News (Miami), National Public Rádio (Buenos Aires), The Globe and Mail (Canadá), Magasiner Rejser (Copenhague), Vídeo News International (TV a Cabo), Jornal El Mercúrio (Chile), Sonntags Zeitung (Suíça) e Rádio BBC (Londres).

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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9 respostas
  1. JOSÉ LUIZ CARAVAJAL LEITE says:

    Achei muito interessante o texto lido de nossa querida Iris e apreciarei receber o texto escrito para poder inserí-lo num curso gratuito de leitura em voz alta, para pessoas com grande dificuldades de observar pontuações, ênfases e interpretação de texto. Diga-se, desde já, que não sou professor. Estou somente procurando dar-lhes auxilio para evitar vexâmes em suas apresentações que tem sido um fiasco enorme.

  2. Virginia Abreu de Paula says:

    Mais um texto equivocado sobre os velhos tempos. O autor passa, para a nova geração a falsa informação que tudo era uma beleza nos anos 40. Eu sou de 1948, portanto apenas três anos depois de 45. Também fui criada sem televisão, sem as tecnologias modernas. Lembro bem das coisas boas e das ruins. Como é que alguém pode ignorar que a guerra mundial mais apavorante de todos os tempos aconteceu nos anos 40? Como pode insinuar que favela não era coisa assim tão grave? Eu não digo que hoje é melhor. Sei que algumas coisas eram melhores, sim. Morar em casas com quintais, por exemplo, era riqueza pura. Apartamento é para prisioneiros, não resta dúvida. Mas pintar todo o passado com tintas douradas é exagero. Ouvindo o texto até parece que não havia mães solteiras. E que todos os casais eram felizes em tempo integral. Ora, sabemos que não era assim! Também censura a chegada dos motéis…ignorando que em 45 a zona boemia era o principal programa noturno. O que acontece é que ele era criança naquele tempo. E quando somos crianças tudo parece mais belo. Tenho certeza que, em 45, as pessoas com 70 anos diziam que no tempo da infancia deles é que era bom. Não duvido que as criança de hoje, ao completarem 70, dirão…ai, como era bom viver em 2012.

  3. Elisa Fontes says:

    Realmente não há como discutir que a vida antes de 45 era…outra vida!!!! A guerra passou, quase não nos atingiu e quando por lá chegamos, logo depois ela acabou. Claro está que, perdemos muitos dos nossos irmãos de pátria lá, mas os que voltaram chegaram vitoriosos, alguns meio desiquilibrados, mas com vida! Mas… viver naquele tempo era ter hora para brincar, estudar, almoçar todos juntos à mesa e, ter em torno de nós, papais e mamães preocupados, com nosso bem estar. Eu nasci oito anos depois…mas a diferença era que o mundo andava mais devagar, não se tinha a pressa de hoje….tudo tinha sua hora. E isso fez a diferença para essa juventude de hoje….Ô se fez!!!!

  4. Elvio Santiago says:

    Cara Iris, boa tarde! Gostaria imensamente de me comunicar com o Sr Nigri. Como faço? Sou escritor. Estou terminando (fase de diagramação de um livro) chamado : Tirando do Baú- memórias de um menino quase feliz,onde falo sobre minha infância e as décadas de 40 e 50 – para crianças-. Recebi de um professor texto gravado por você _ que voz linda!!!!!!!!!! Eu já conhecia a sua voz de outros tempos. O texto é sobre pessoas que nasceram antes de 1945. Gostaria de postar parte dessa crônica no final do meu livro.Peço autorização para tal. Lógico que o nome do Sr Nigri constará nos créditos e receberá justa menção no final. Posso lhe enviar rascunho da obra. Obrigado!

    Elvio Santiago- Artista Plástico e Escritor- de Jundiaí S. Paulo

  5. Elvio Santiago says:

    Oi Antunes,bom dia! Gostaria de reescrever o texto. Colocá-lo integralmente não se adaptaria ao meu livro. A realidade em alguns momentos é outra.Na época eu vivia numa pequena cidade do interior- Bragança Paulista- As alusões que o autor faz sobre o Rio não se encaixam no texto que pretendo colocar. Assim faremos o seguinte: Vou escrever novo texto – uma adaptação- . Espero que o autor aceite e concorde. Haverá citação de que é uma adaptação. Aguarde que lhe enviarei o texto. Por hora obrigado. Abraço Elvio Santiago- Escritor – Jundiaí S.P.

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