O fascínio do rádio continua irresistível

Cena clássica dos programas de auditório dos anos 1950. O soprano Nazira Mansur canta acompanhada do violinista Carmelo Prisco, sob os olhares do apresentador Dib Cherem

Lançado recentemente o livro Memória da Radiodifusão Catarinense, continua repercutindo com vigor pouco comum entre produtos do gênero. Somente esta semana a mídia de Florianópolis deu duas páginas de jornal e uma entrevista de rádio e TV enfocando o projeto e suas repercussões. Terça-feira foi a vez do Notícias do Dia, na quinta-feira o Diário Catarinense deu uma página no Variedades e hoje a tarde foi a vez da CBN Dário e TV Com se ocuparem do assunto. Ouça a entrevista concedida a Luiz Carlos Prates por Mauro Aurélio Gomes e Antunes Severo, responsáveis pela produção do livro lançado pela Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão de Santa Catarina.

3 respostas
  1. Emílio Cerri says:

    Na matéria publicada no Diário Catarinense, onde se conta minha primeira “reportagem-furo” sobre o choque de dois aviões da Esquadrilha da Fumaça, em Florianópolis, há que se fazer três correções: a) foram dois NA T6 que se chocaram e só um deles caiu, com a morte do piloto tenente Trindade. O outro conseguiu pousar; b) a queda foi no largo Banjamin Constant e não na rua Vidal Ramos; c) a emissora na qual eu estava iniciando carreira em 1962 era a Rádio Anita Garibaldi, e não Rádio Santa Catarina – da qual tive o prazer de participar da primeira equipe meses após.

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