O Pai da popularidade – 1

Nícolas David | Repórter Ping-Pong

Ele começou a chamar a atenção do público com apenas quatro anos. Aos sete, participou de um filme com Eliana Macedo. Aos 13, iniciou sua atividade na Rádio Piratininga, de Tupã, interior de São Paulo

Esse é o início da carreira de Mário Motta, que de São Paulo veio conhecer Santa Catarina, e acabou se encantando com pessoas, praias e oportunidades que não teria no estado natal. Formado em Educação Física, tem larga experiência em coberturas esportivas. Atuou em secretarias esportivas, e ministrou aulas na área. Sua mais insana transmissão,  foi a narração de um jogo de Beisebol pelo rádio. Repentinamente, inventou de transmitir os Jogos Abertos de Santa Catarina. Aliou o gosto pelo esporte à aptidão pela comunicação.

Hoje, a figura é facilmente reconhecida nas ruas. Além dos anos de dedicação ao jornal do Almoço, também é normal que ele apresente cerimônias na região. Eis que num desses tantos eventos que Mário costuma apresentar, a RBS visualizou o âncora do Jornal do Almoço em 1986. Desde então, ele não saiu mais dessa atividade.

Constam em seu currículo passagens pela Rádio Clube, e Princesa de Lages, Rádio Emissora de ABC, de Santo André, e rádio CBN Diário, onde comanda o programa Notícias na Manhã. Aventurou-se também a coordenar o início da TV Planalto em Florianópolis, atual SBT.

E ao que tudo indica, passou a perna no Roberto Alves, ao firmar parceria entre a TV Planalto e a RBS, quando o Roberto dizia aos quatro ventos que transmitia com exclusividade os Jogos Abertos. Danou-se!

Na televisão, no rádio e no jornal impresso. Mário aventurou-se no Correio Lageano e desde a inauguração do popular Hora de Santa Catarina mantém a coluna Hora das Ruas, onde ajuda os cidadãos a tampar os buracos de rua e também a achar um cachorrinho perdido.

Na entrevista, ele aprofunda as histórias vividas nos muitos veículos nos quais adquiriu experiência. Ele também discute a reformulação editorial do Jornal do Almoço, balançado pela concorrência e pela audiência.

Falta a Mário Motta o diploma acadêmico, mas o conhecimento de causa lhe sobra. Sua frase mais subversiva é: não dá para esperar imparcialidade do jornalismo. Você tem que cobrar isenção.

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  1. […] também a primeira e a segunda parte da entrevista com Mário […]

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