O rural no radioteatro de Florianópolis

Michel Goulart da Silva

Lendo alguns roteiros de radioteatro disponíveis no acervo da Casa da Memória, em Florianópolis, escritos entre 1955 e 1967, percebe-se que neles se manifestam tanto o otimismo da modernização daqueles anos no Brasil como o ideário dualista que via no país um antagonismo entre o “moderno” e o “atrasado”. Nessas décadas, as transformações promovidas pela modernização se expressaram e foram apropriadas de formas diversas pelas diferentes parcelas da população. O rádio, além de difundir informações e notícias para um maior número de pessoas, também dava vazão a representações culturais produzidas pelas elites locais e nacionais. Parte 1 (PDF). Parte 2 (PDF).

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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