O sentinela da memória

Repórter Ping-Pong *

Um teste vocacional trouxe Paulo Markun para o jornalismo. O que esse teste não apontou, entretanto, é quem se deu melhor, se o Markun, ou a profissão. Não se trata de um puxa-saquismo bobo, mas de um reconhecimento inevitável.

Paulo Markun diz que não, mas sua obra é importantíssima para a memória dos brasileiros, pois ela registra momentos e personagens inesquecíveis do país e vai ao encontro do passado a fim de perguntar: como foi mesmo que isso aconteceu?

Não vou me alongar na abertura, pois a entrevista é demasiadamente extensa. Seu tamanho é uma inconveniência aos padrões normais. Um pecado de edição. O ouvinte não se arrependerá e não se sentirá afrontado. A pressa, entretanto, esta sim estou mandando às favas e convido-te, pois sei que diante de Paulo Markun é impossível parar de perguntar, perguntar, perguntar… (O texto completo, com ilustrações e fotos da Thaís Teixeira (as fotos), mais a invasão dos mosquitos e outros solavancos você encontra no blogspot Estopim, de um grupo de alunos do Curso de Comunicação Social da Unisul, Pedra Branca, Grande Florianópolis). * Também conhecido pelo nome de Nícolas David

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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