O Tempero da História

Celestino Sacht, convidado, aceita escrever sobre “a alma do cotidiano” das décadas de 40, 50 e 60, em Florianópolis. Esse texto de contextualização vai lastrear o transcorrer da história do rádio na Capital.Amado Severo, se você me permite te chamar assim. O livro vai estar abordando as emissoras que surgiram ao longo dos anos 40,50 e 60, certo? Então, a idéia é aquela que você me lançou via Internet. Nós precisamos de um texto que fale sobre as décadas de 40,50 e 60, abordando em cada época, os aspectos políticos, econômicos e sociais da cidade de Florianópolis. Precisamos inclusive dar umas pitadas no texto com costumes manezinhos.  Acho que é um texto de cinco a sete páginas. Este texto, como você bem disse, vai situar o leitor, que é carente de referências quanto ao passado da cidade de Florianópolis. Aquele leitor que só tem referências, por exemplo, da nossa Floripa a partir dos anos 70. Precisamos enfronhar essa gente nas três décadas que nos interessam. Abraço do Ricardo. 
Perfeito. Vou propor isso ao Celestino e acredito que ele vai adorar.
Gratíssimo irmão. AbrSvr. PS – Acabo de falar por telefone com o Celestino Sachet. Vamos sentar para conversar quinta-feira pela manhã. Tens alguma sugestão para encaminhar o assunto (aquela panorâmica de contextualização da Florianópolis dos anos 40 e 50)?

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Por Ricardo Medeiros

Doutor em Rádio pelo Departamento de História da Université du Maine (Le Mans, França). Radialista, jornalista, escritor e professor de rádio do curso de Jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina e assessor de imprensa da Prefeitura de Florianópolis. É um dos fundadores do Instituto Caros Ouvintes.
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