Ondas enfraquecidas: cinco ângulos de uma realidade cansada **

Por que agências e anunciantes não se esforçam em veicular no rádio peças específicas e mais criativas? Meio & Mensagem consultou alguns profissionais de diferentes segmentos para apontar caminhos para estabelecer conexões mais criativas com o público radiofônico.

Agência

João Livi. Diretor de Criação da Talent

“Rádio benfeito funciona muito bem. Nossa memória auditiva é muito forte, dura para sempre e, até hoje, nos dá ‘GRP’ grátis quando lembramos ou repetimos um pedaço de jingle, uma ideia interessante, uma trilha benfeita ou uma boa peça de humor publicitário. E as agências que fazem um bom trabalho também fazem um bom trabalho no rádio, pois faz parte de sua vocação procurar encantar o consumidor onde ele estiver. Olhe uma revista, assista a uma hora de TV, navegue por um bom tempo prestando atenção nas mensagens comerciais: você vai perceber que em qualquer mídia 20% da publicidade é terrível, 60%, ‘ok’, e apenas 20%, de qualidade realmente boa. O que muda aí é que um anunciante sem tarimba, assessorado por uma agência com pouca experiência ou qualidade e produzindo uma peça de maneira deficiente vai ter um grande poder de fogo no rádio, pois é um meio que permite grande foco local e custo unitário de veiculação muito baixo. Quem já não ficou prisioneiro de um jingle ruim que toca cem vezes por dia na sua rádio habitual?”

** A matéria foi originalmente publicada na edição de meio&mensagem de 21/01/2013. Além do texto da repórter Beatriz Lorente que publicamos no dia 28/01, você poderá ler os depoimentos de Fernando di Genio, João Livi, Zenna Lopes e Fernando Julianelli nos próximos dias 30 e 31 de janeiro e 01 e 02 de fevereiro, aqui no Caros Ouvintes. (Colaborou Mazzuco Júnior)

Leia mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/em_perspectiva/2013/01/22/Ondas-enfraquecidas.html#ixzz2JJbeEa6l

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