Os limites da comunicação

Os limites da comunicação situam-se mais em quem lida com ela do que ela propriamente dita. E isso é um contra senso. Um paradoxo. Afinal, a mente humana é inesgotável em sua capacidade de expandir-se. Afinal, a técnica da comunicação é algo limitado pela própria definição. Sim, mas a teoria da comunicação é algo inesgotável. Há controvérsias. A ciência da comunicação é vasta e complexa, mas tem lá seus buracos negros desafiando as inteligências mais avançadas.

Esta semana entrevistei a jornalista e professora Camila Chittolina pós graduada em Gerenciamento de Crise em Comunicação pela Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Ela atua em comunicação empresarial que envolve diversas atribuições. Entre elas: assessoria de imprensa, relações públicas, programas de relacionamento com a comunidade, planejamento de comunicação e marketing, identificação e assessoria no gerenciamento de crises institucionais, para citar apenas algumas de suas atividades. Atualmente, Chittolina leciona as disciplinas de comunicação e linguagem na Faculdade de Tecnologia em Saúde, CIEPH e presto consultoria para a Escola SOS Educação Profissional – unidade  Florianópolis. Na entrevista abordamos também alguns gargalos do ensino dessa área do conhecimento em grande parte das universidades brasileiras.

A professora Camila Chittolina tem atuado como coordenadora de comunicação e marketing em empresas como as Construtoras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Contreras Brasil. Nessas organizações desenvolveu e implementou os programas de relacionamento com a comunidade em obras como: duplicação da BR 101, trecho Biguaçu a Palhoça, Construção da Estação de Tratamento de Esgoto de Florianópolis e construção do Gasoduto Bolívia Brasil, trecho Biguaçu a Içara. Estes programas tinham o intuito de criar ações para minimizar o impacto social e ambiental que essas obras poderiam causar à população.

Do seu trabalho a professo Camila destaca ainda: Tive a oportunidade de apresentar uma exposição fotográfica, baseada numa pesquisa etnográfica sobre o universo Drag Queen. Essa exposição foi apresentada na Espanha em 2010, na cidade de Salamanca pela Universidade de Salamanca, em parceria com o Centro de Estudos Brasileiros. Apresentei também no Congresso Internacional de Antropologia o mesmo tema que teve embasamento também no carnaval de Florianópolis, e atualmente, desenvolvo outros projetos como o do curso de comunicação empresarial em parceria com o Círculo Ítalo Brasileiro de Florianópolis e com o jornalista italiano Virgilio Toniati. O curso deve iniciar em março próximo.

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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