Os pedintes da telinha

Têm aparecido na tela da televisão, artistas famosos fazendo apelos para que a população faça doações em dinheiro para instituições que trabalham no combate a miséria em países africanos.

As campanhas de apoio a luta contra a miséria são bem vindas em qualquer parte do planeta. A miséria não escolhe raça, cor, nem tem posição geográfica definida; surge em toda parte. Em algumas mais que em outras.

A Africa tem o maior percentual de miséria do mundo. E justo que surjam campanhas populares para arrecadar recursos e combater esse flagelo. O que chama a atenção é a falta de campanhas semelhantes nos veículos de comunicação do Brasil. Não se vê nada parecido na telinha, com exceção do Criança Esperança que é uma campanha especifica (e vitoriosa) para crianças.

A miséria escondida nos cantões do nordeste e em muitas localidades isoladas de outras partes do Brasil, esta a espera que artistas e emissoras de televisão, realizem um trabalho igual ao que fazem para outros países, no sentido de minorar o sofrimento de quem vive bebendo água contaminada, comendo mingau de mandioca, sem médico, sem remédio e sem esperança.

O Brasil não é uma ilha de prosperidade neste mundo cheio de problemas, como querem fazer crer alguns políticos que fracassaram no combate a miséria. Se governantes não fazem, é a vez dos veículos de comunicação iniciarem grandes campanhas para mudar o cenário triste de miséria e abandono que prevalece em vários pontos do país.

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