Osmar Schlindwein e as memórias do Amarelo

As cores estão em alta cotação nesses tempos de 50 Tons de Cinza e suas eroticidades. Nosso Amarelo, porém, está longe de ser um desses lúbricos e lascivos que só funcionam nas telas dos cinemas.

Joel Shulze, Anuar Pedro, Rosângela Berndsen, Osmar Schlindwein, Rosemary Albuquerque e Ademir Arnon

Nosso Amarelo é fúlvido, cor de ouro e luzente. Personalidade forte, é rígido dentro dos limites e ardorosamente amigo das pessoas que fazem por merecer essa dignidade. Mais do que isso é portador de um coração generosamente magnânimo.

O Amarelo é o cara! Declarou, peremptório César Valente em seu blog De Olho na Capital, em 29 de maio de 2012 quando da homenagem especial prestada ao Osmar, “profissional lendário do jornalismo catarinense, que trabalhou mais de três décadas em O Estado”.

Além do elogio pessoal, Cesar Valente reproduz em sua matéria “trechos do texto que o Celso Vicenzi (ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de SC) escreveu e leu na solenidade que abriu a festa de 2012”:

Osmar-e-Manuella

Osmar e sua filha Manuella

“Uma dessas pessoas, em particular, misturou a sua vida às tintas, às laudas, ao papel-jornal, ao fotolito, às máquinas de escrever/depois os computadores, a todas as engrenagens que põem em movimento o processo de elaboração de um jornal.Essa pessoa não se limitou a exercer, com competência e rara sensibilidade, os cargos que lhe foram sendo atribuídos ao longo da vida.

Sempre fez mais do que seria a sua obrigação. Deu todo o suporte para que cada um de nós pudéssemos desempenhar as nossas funções com o máximo de dignidade, seja na redação, na administração, na revisão, no laboratório, no parque gráfico, nas sucursais, nas reportagens especiais, nas grandes coberturas jornalísticas”.

Pois, caros leitores-ouvintes, essa é a fera que hoje comparece ao nosso Ponto de Encontro. Para conversar com o Osmar, convidei outro calejado companheiro, o jornalista Mário Medaglia. Da uma hora e 20 minutos de gravação, após a edição, sobraram uma hora, cinco minutos e 56 segundos.

O arquivo de áudio não tem começo nem fim. Tem, sim o compromisso de voltar a ouvir o nosso Amarelo e mais uma centenas de profissionais que ajudaram a construir a história da Comunicação Social em Santa Catarina.

2 respostas
  1. fernando silva says:

    grande Antunes e Osmar
    foi um prazer receber novamente o CAROS OUVISTES e saber que estão na ativ.
    prox ida à terrinha vou lhes procurar

    abrs

    Fernando silva

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