Premiado projeto do Banco Mundial de proteção da região Amazônica

Programa Áreas Protegidas da Amazônia foi reconhecido pelo Departamento do Tesouro Americano; órgão afirma que iniciativa ajudou na queda do nível de desmatamento no Brasil.

MÍDIA | Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York

Vila das Canoas, em Manaus. Foto: Banco Mundial

O Departamento do Tesouro americano premiou, nesta quinta-feira,  um projeto do Banco Mundial de conservação da região Amazônica brasileira. O programa “Áreas Protegidas da Amazônia”, Arpa, foi reconhecido por ter ajudado na redução do desmatamento no Brasil nos últimos quatro anos. Segundo o Banco Mundial, o projeto, que tem duas fases, foi lançado em 2002, com financiamento de US$ 46 milhões do Fundo Global para o Meio Ambiente, GEF. A gerente do projeto Arpa, que recebeu o prêmio em Washington, falou à Rádio ONU sobre os detalhes da iniciativa. Segundo Adriana Moreira, a comunidade local também é envolvida na proteção de áreas da Amazônia.”Nesta primeira fase, que a gente encerrou em 2009, tivemos a oportunidade de criar 24 milhões de hectares de novas áreas protegidas e isso é mais ou menos a metade da área da França. Agora, é importante lembrar que o conceito de áreas protegidas que nós estamos usando na Amazônia, inclui as populações locais. Elas tem os seus direitos assegurados em relação ao uso da floresta, na parte extrativista, na parte de sobrevivência, de agricultura de baixo impacto. Esse é um aspecto muito importante do projeto.”

Adriana Moreira afirma que na segunda fase do “Áreas Protegidas da Amazônia”, que começou no fim do ano passado, serão incorporados 14 milhões de hectares. Todos os nove estados da região amazônica estão envolvidos.

Para a gerente do projeto do Banco Mundial, o prêmio “reconhece um esforço coletivo” de valorização da selva Amazônica.

A Amazônia brasileira, considerada a maior floresta tropical do mundo, tem uma área de 4,1 milhões de metros quadrados e 24 milhões de habitantes.

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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