Prêmio de Jornalismo da Fiesc distribuirá R$ 75 mil para vencedores

Edição de 2017 foi lançada na semana passada, em Florianópolis. A Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC) é uma das apoiadoras.

Foto: Fernando Wiladino

Com inscrições abertas a partir do dia 18 de setembro, o Prêmio Fiesc de Jornalismo distribuirá R$ 75 mil a jornalistas de todo o Estado. Criado em 1988, o prêmio é um dos mais tradicionais de Santa Catarina. Podem concorrer reportagens ou séries publicadas ou veiculadas entre o dia 20 de setembro de 2016 a 18 de setembro de 2017, em veículos impressos, internet, televisão e rádio. A Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina é uma das apoiadoras do concurso.

São três categorias – Texto, Vídeo e Áudio – que totalizam R$ 75 mil. O trabalho classificado em primeiro lugar em cada categoria receberá R$ 20 mil, o segundo colocado em cada categoria será premiado com R$ 3,5 mil e o terceiro colocado será reconhecido com R$ 1,5 mil.

O lançamento da edição 2017 do Prêmio aconteceu na semana passada, na sede da Fiesc, em Florianópolis, e contou com a presença de representantes das entidades parceiras da Fiesc na promoção do concurso: Ademir Arnon, presidente da Associação Catarinense de Imprensa (ACI); Ámer Félix Ribeiro, presidente da Associação dos Diários do Interior (ADI/SC); Carlos Alberto Ross, presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina (Sert/SC); Ivan Giacomelli, diretor do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC); Guido Schvartzman, diretor de jornalismo da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert); Bianca Backes, coordenadora de jornalismo da Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC), e Hermann Byron Neto, diretor do Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado de Santa Catarina (Sindejor/SC).

Foco dos trabalhos

O Prêmio é o reconhecimento da indústria a profissionais que registram a contribuição do setor produtivo ao desenvolvimento de Santa Catarina. As reportagens devem focar a economia industrial catarinense ou temas relacionados, como educação e qualidade de vida do trabalhador; competitividade, tecnologia e inovação; ambiente para negócios e responsabilidade socioambiental.

Credibilidade

Para o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, o setor tem desafios de natureza econômica, e, a exemplo dos demais segmentos, precisa realizar mais com menos, buscando oferecer sempre um melhor conteúdo. Mas também é desafiado pelas grandes mudanças tecnológicas e comportamentais decorrentes da interação das pessoas com as novas possibilidades de comunicação. “Hoje as pessoas se informam, emitem opiniões, participam do debate público por meio de redes digitais. No entanto, a facilidade para gerar notícias e conteúdos também traz questões preocupantes, que precisam ser discutidas”, avalia Côrte. “Os veículos e profissionais corretos e honestos, que fazem a apuração adequada das notícias, precisam atuar com mais rapidez, mas não vão competir com aqueles que divulgam uma notícia falsa, uma imagem deturpada ou que não corresponde à realidade. A imprensa tradicional passa a ter uma nova e importante função: certificar para o grande público quais são as notícias verdadeiras, nas quais podemos confiar”, acrescenta.

Ademir Arnon, presidente da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), agradeceu o apoio da Federação à imprensa. “Esse é o mais importante prêmio de comunicação do Sul do Brasil, não apenas pelos valores, mas pela credibilidade e pela importância dele. Temos uma seleção de colegas que participam da comissão julgadora e o apoio de todas as entidades e sindicatos de comunicação. No ano que a ACI comemora 85 anos, temos o prazer de realizar esse prêmio junto com a Fiesc há 29 anos”, afirmou.

“Temos uma relação profícua com a imprensa, que tem papel fundamental na condução do país. A indústria só tem a agradecer a divulgação dos fatos”, declarou o primeiro vice-presidente, Mario Cezar de Aguiar.

Por Adjori

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